A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

01/08/2011 14:37

Defesa contesta sentença que mandou a júri homem que matou casal

Nadyenka Castro

Vítimas estavam em moto

A defesa de Cristiano Pacheco de Souza, 30 anos, que matou um casal em um acidente de trânsito ano passado, em Campo Grande, contesta a sentença de pronúncia que o manda a júri popular.

O caso agora está sob análise do MPE (Ministério Público Estadual) para apresentar as contra razões da acusação, baseadas nos argumentos da defesa.

Depois irá para avaliação do juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, responsável pelo processo. Cabe a ele decidir se mantém a sentença de pronúncia ou acata o pedido da defesa.

De acordo com a sentença de pronúncia, Cristiano será julgado por homicídio doloso (com intenção de matar) qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima, combinado com o fato de estar sob efeito de álcool e dirigindo sem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

O acidente aconteceu por volta das 23h40min do dia 15 de maio do ano passado, na BR-262, saída para Três Lagoas, nas proximidades do Autódromo Internacional de Campo Grande.

Cristiano dirigia um Renault Logan, e, segundo a denúncia, invadiu a pista contrária e bateu de frente com a Honda Twister conduzida por Wellington Gonçalves da Silva tendo como passageira Michele de Lima Pontes.

Os dois ocupantes da moto morreram na hora. O motorista do carro de passeio fez exame de alcoolemia, o qual apontou embriaguez, estava sem a CNH e foi preso em flagrante, sendo solto dois meses depois.

Conforme a sentença de pronúncia, o teste de alcoolemia e o relato de testemunhas indicaram a embriaguez. Em depoimento, Cristiano disse que sua CNH estava apreendida porque havia sido flagrado dias antes pilotando moto com capacete inadequado.

A defesa pede a desqualificação do crime para homicídio culposo (sem intenção de matar). O processo agora está sob análise da defesa. Somente depois será marcada a data do julgamento.

Juiz manda a júri popular homem que matou casal em acidente
Exame apontou embriaguezO juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, mandou a júri popular Cristiano Pacheco de Souza, 30 anos...
Concurso recebe inscrições para 83 vagas técnico-administrativas
Seguem abertas as inscrições para o concurso que oferece 83 vagas para técnico-administrativos em Educação na UFMS (Universidade Federal de Mato Gros...
Vice-governadora visita projeto em que detentos reformam escolas
O projeto "Pintando e Revitalizando a Educação com Liberdade", desenvolvido pelo Poder Judiciário estadual, foi conhecido e elogiado na sexta-feira (...
Crianças do Vespasiano Martins recebem Papai Noel e ganham presentes
As crianças do loteamento Vespasiano Martins, na periferia de Campo Grande, receberam a visita especial do Papai Noel neste sábado (16). Foram distri...


lindo fazendo isso vcs nao vai trazer o wellington e a micheli d volta imagine a dor q essa familia sentiu esse homem e todo mundo sabe q nao deve dirigir embriagado.
 
nathalia silva em 13/01/2013 18:02:08
O infeliz enche a cara, executa direção perigosa, e ainda não quer responder por homicídio doloso? Considero um avanço extraordinário na legislação brasileira analisar casos dessa natureza como homicídio doloso. Isso protege o cidadão das atrocidades que um indivíduo irresponsável como esse possam cometer. Não podemos retroceder, concordando com o que pede a defesa.
 
marly siqueira caramalack em 01/08/2011 05:09:56
Esta corretíssima a conclusão de que foi com intensão de matar, se não for considerado isto, então vou sair correndo pela calçada com os olhos vendados propositalmente, com uma faca em punho, afim de cravar ela acidentalmente em alguém, se ele bebeu assumiu o risco de causar o acidente.
 
Diego Ramos em 01/08/2011 04:13:49
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions