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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/08/2012 09:20

Dia de Combate à Dengue na Capital tem mutirão na região central

Paula Vitorino e Paula Maciulevicius

Ação vai contar com agentes de saúde e voluntários que farão "arrastão" nos comércio de todo centro até 13h

Secretário de Saúde Leandro Mazina afirma que é momento de atenção por conta do vírus tipo 4 da doença. (Foto: Minamar Júnior)Secretário de Saúde Leandro Mazina afirma que é momento de atenção por conta do vírus tipo 4 da doença. (Foto: Minamar Júnior)

No Dia Municipal de Combate a Dengue, um mutirão de atividades preventivas está acontecendo na área central de Campo Grande. O objetivo é a prevenção já pensando nas chuvas do próximo verão.

Os agentes vão fazer um arrastão por cada comércio do Centro para identificar criadouros do mosquito e orientar os comerciantes. As blitze educativas vão atingir os pedestres e motoristas que passarem pelos cruzamentos mais movimentados.

A concentração das atividades acontece na Praça do Rádio Clube, onde os visitantes podem ver de perto como são as larvas do mosquito Aedes aegypti e receber orientações sobre como prevenir a proliferação.

O coordenador do serviço de controle de vetores do CCZ, Alcides Ferreira, diz que os números de casos de dengue estão baixos agora, mas a preocupação é com a chegada do verão. Neste ano, foram registrados 4.320 casos de dengue na Capital.

Ele lembra que a prevenção também é importante porque o vírus 2 e 4 estão circulando na Capital e a população é mais suscetível a eles, pois o sistema ainda não adquiriu imunidade.

Mas o secretário de Saúde, Leandro Mazina, afirma que a circulação do 4 não é motivo de preocupação, mas de atenção.

“O vírus tipo 4 tem os mesmos sintomas e tratamento , mas o problema é que Campo Grande não tem imunidade contra ele, como já tem dos outros tipos”, explica.

Para intensificar as ações de prevenção desde já, a Secretaria de Saúde também fez parceria com a Secretária de Obras, que realiza limpeza de terrenos públicos.

“Os fiscais vão ser orientados a limparem também os locais que podem acumular água desses terrenos”, explica.

Segundo Alcides, hoje não existe um bairro com maior índice de dengue na Capital, mas os domicílios são responsáveis por 85% dos criadouros.

“O vírus está espalhado em toda a cidade, por isso é importante cada morador cuidar da sua casa, evitando deixar materiais que possam servir de criadouro”, diz.

A moradora do bairro Buriti, Terezinha Rocha, de 35 anos, conta que a mãe já teve dengue e que a doença é comum no bairro, mas que mesmo assim falta conscientização dos moradores.

“Tem que deixar sempre o quintal limpo, mas na pratica não é todo mundo que cuida e colabora”, lamenta.



1-5 Dengue é uma coisa séria; tive hemorrágica em 26 de fevereiro de 2007, onde de imediato procurei o posto saúde vila almeida, mas o meu estado era muito grave com muita febre, dores e corpo todo vermelho como se eu tivesse pegado uma insolação, e os próprios médicos pediram exames com urgências e os fiz no laboratório particular e no posto, retornei no 3º dia com os exames e ouvi o médico dizer
 
jose maria martins de brito em 06/08/2012 08:48:29
2-5 tinha que ficar em observação e fui até o hospital regional e e iria ficar internado sem medicação em observação pois meu estado era muito crítico não tinha remédio pra tomar, pois fiquei muito debilitado em 4 dias e assim fiquei fazendo exames particulares e sus e fui até hospital do dia ( drª Haide) e pediram mais exames, mas não existia remédio e consultei com uns 11 médicos diferentes
 
jose maria martins de brito em 06/08/2012 08:48:01
3-5 e seguindo várias orientações de profissionais médico, enfermeira padrão ( 25 anos de enfermagem) e chegamos a conclusão que os remédios pra dores e febre só piorava meu
estado. Após 4 meses com dengue eu passei de 64 kg pra 98 kg com muita retenção de líquido e uma alimentação específica pra combater a dengue onde era acompanhada de exames a cada 8 dias e 15 dias um total de uns 8 exames
 
jose maria martins de brito em 06/08/2012 08:47:32
4-5 e assim passei 3 anos. Qdo ia urinar dava caimbras eu desmaiava com frequência, e assim continuei uma alimentação diferenciada até hj, onde na época gastava comigo só com alimento em torno de r$1080,00 alimentos, fora os exames, onde por falta de dinheiro fiquei meses sem fazer exames. Até final 2010 qdo ia comer uma comida eu colocava água quente pra tirar sal e gordura antes de comer.
 
jose maria martins de brito em 06/08/2012 08:47:03
5-5 E hj após cinco anos ainda tenho sequelas, não posso comer nada diet, light, com sal, gorduroso e alimentos ácidos e amargos, cerveja, vinhos, sucos de teor 5% alcool tudo isso faz mal, agora os diet e light baixa minha glicose e fico muito mal, por tudo isso se vc conseguiu ler este texto até o final; estou vivo por milagre, isso ouvi de médicos e peço a vc: cuidado dengue mata.
 
jose maria martins de brito em 06/08/2012 08:46:26
CITRONELA PRA GALERA!!!
 
marcos cézar ss jr em 06/08/2012 08:15:32
CITRONELA PARA GALERA!! funciona como repelente natural, ou seja, o plantio destas mudas é uma alternativa de baixíssimo custo e de nenhuma agressão à saúde da população para diminuir o aumento do mosquito da dengue” controlador biológico do Aedes aegypti. Lembra a erva cidreira, mas que tem resultados bem diferentes.cultivada em jardins e vasos pouparemos a vidas em nossa cidade morena.
 
marcos cézar ss jr em 06/08/2012 08:07:58
O problema piora nos terrenos públicos, tem vizinho que não respeita a higiene coletiva e faz desses terrenos verdadeiros lixões. Em frente a minha casa na Vila Almeida é um exemplo disso, já tentei conscientizar os vizinhos, mas em razão da ignorância de alguns o problema persiste e me preocupa. Alguém pode me orientar onde posso denunciar esse lixo, há algum órgão público que pode me ajudar?
 
Valquíria Barbosa Canête em 06/08/2012 05:37:38
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