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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

22/07/2013 13:02

Direção do HU faz mudanças e tira equipe de Dorsa de cargos de chefia

Aline dos Santos
Cargos no hospital passam por mudanças desde maio. (Foto: João Garrigó)Cargos no hospital passam por mudanças desde maio. (Foto: João Garrigó)

Com a nova administração iniciada há 56 dias, o HU (Hospital Universitário) de Campo Grande passa por mudanças nos cargos de diretoria. De forma oficial, trata-se de reestruturação. No entanto, as ações são para “limpar” a imagem do hospital e tirar a equipe de José Carlos Dorsa Vieira Pontes, que saiu do comando da unidade após denúncias da operação Sangue Frio, realizada em março pela PF (Polícia Federal).

Nesta segunda-feira, o Diário Oficial da União trouxe mudança na Diretoria Administrativa, a quem compete, por exemplo, as dispensas de licitação. Deixa o cargo Rildon Vaz da Silva e assume Maria José Martins Maldonado. De acordo com a assessoria de imprensa, foi um procedimento normal e Rildon foi remanejado para o setor de finanças.

Nomeado em 25 de maio, o novo diretor do HU, Claudio Wanderley Luz Saab, já substituiu o diretor-técnico, função assumida por Ana Lúcia Lyrio, que foi secretária-adjunta da Secretaria Municipal de Saúde. O novo diretor-clínico será eleito em agosto, por meio de eleição com os médicos.

Sangue Frio - Investigado na operação Sangue Frio, que revelou a “Máfia do Câncer”, Dorsa foi afastado da função, por determinação da Justiça Federal, desde 18 de março. O retorno estava previsto para maio, mas ele pediu demissão. No Hospital Universitário, são investigados fraudes em licitações, corrupção passiva, desvio de dinheiro público e superfaturamento em obras.

A investigação que culminou na operação Sangue Frio começou em março do ano passado para entender por que os serviços de radioterapia oferecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) eram fornecidos apenas pelo setor privado.

Auditoria realizada pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 2012 verificou prejuízo de R$ 973 mil aos cofres públicos. A análise trouxe à tona uma série de irregularidade: direcionamento de licitação, montagem de processos licitatórios, subcontratação de serviços para empresas ligadas a dirigentes do hospital, superfaturamento e emissão de empenho anterior à adesão em ata de registro de preços.



Um favor que o Médico, se é que podemos considerá-lo como tal, José Carlos Dorsa Vieira Pontes e seus asseclas, seria estes despoluírem a sociedade de nossa linda Cidade Morena, se retirando da mesma, já que esta não aguenta mais tanta podridão com suas condutas ao ato de administrarem o bem público. É o mínimo que teriam que fazer. Por favor, nos deixem!!!
 
Juvenal Campos Corrêa em 22/07/2013 15:13:46
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