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Capital

Diretório do PSL não comenta prisão de deputado em MS por posse ilegal de arma

Assessoria do PSL diz que situação não tem relação com atividade parlamentar e, por isso, não há razão de pronunciamento

Por Silvia Frias | 12/11/2020 10:47
Deputado Loester Carlos, em sessão na Câmara dos Deputados (Foto/Reprodução)
Deputado Loester Carlos, em sessão na Câmara dos Deputados (Foto/Reprodução)

O diretório nacional do PSL não irá comentar a prisão do deputado federal Loester Carlos, o Trutis (PSL), por suspeita de posse de arma de fogo, hoje, em Campo Grande.

A prisão foi realizada no cumprimento dos mandados de busca e apreensão na investigação sobre suposto atentado contra o deputado, em fevereiro deste ano.

Em comentário breve, a assessoria do PSL disse a situação não tem relação com atividade parlamentar ou partidária e, por isso, não há razão para se pronunciar.

A reportagem também entrou em contato com assessoria da senadora Soraya Thronicke, presidente regional do partido, mas ainda não teve retorno.

Esta manhã, a PF cumpriu 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), relacionados à investigação sobre “suposto atentado”, conforme nota divulgada pelo órgão.

Conduzido, o deputado federal deve prestar esclarecimentos nesta manhã. Pode ser ouvido e liberado, sob pena de ter de pagar fiança ou não.

Segundo a PF, a ação foi batizada Tracker, "rastreador" em inglês, porque “faz referência ao intenso trabalho investigativo realizado pela Polícia Federal em busca de provas para a completa elucidação dos fatos e identificação dos autores”.

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