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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

03/10/2011 08:53

Dívida de R$ 0,15 acaba em morte e 2 baleados em conveniência do Caiobá

Aline dos Santos e Francisco Júnior

Pai e irmão de comerciante foram presos em flagrante

Marcas dos tiros ficaram na parede da conveniência. (Foto: Pedro Peralta)Marcas dos tiros ficaram na parede da conveniência. (Foto: Pedro Peralta)

Uma dívida de quinze centavos resultou na morte do adolescente Ketson Diego da Silva Ronchi, de 17 anos, e dois baleados nesta madrugada no Portal Caiobá 2, em Campo Grande. O cenário da troca de tiros foi a conveniência LV, localizada na rua Astúrio Luiz Braga. O pai e o irmão do dono do comércio foram presos em flagrante.

Conforme o boletim de ocorrência, a confusão teria começado ontem à noite. Ketson comprou quatro cervejas na conveniência e, ao sair, questionou, em tom intimidador, o proprietário Luiz Silva Ojeda por ter cobrado R$ 0,15 de seu amigo,que fizera uma compra no dia anterior.

O comerciante negou ter cobrado o valor que ficou faltando para pagamento do total exato da conta. Por volta das 22h, uma hora depois da ameaça, Ketson voltou ao local em companhia de Jefferson de Lima, de 18 anos, e Johnes Ramos de Oliveira, de 20 anos. “Aqueles R$ 0,15 você vai ter que pagar para mim”, ameaçou o adolescente.

Irmão de Luiz, Reginaldo Ojeda deu um soco em Ketson, dando início a uma briga generalizada. Os amigos saíram do local, mas prometeram voltar para tirar satisfação. Diante da ameaças, Natividade Ojeda, de 59 anos, buscou um revólver calibre 32; enquanto Paulo da Silva Ojeda, de 28 anos, pegou um revólver calibre 22.

Respectivamente pai e irmão do comerciante, eles montaram guarda em frente à conveniência. Os amigos retornaram ao local e houve troca de tiros. À polícia, Natividade e Paulo confirmaram ter revidado dando tiros em direção ao trio.

Ferido na perna, virilha e testa, Jefferson foi levado de moto por Ketson até ao posto de saúde do bairro Coophavila. Ele retornou para buscar Johnes, baleado no queixo, e acabou morto.

Ao chegar ao local, os policiais militares encontraram Ketson morto e duas motocicletas caídas sobre seu corpo. Natividade foi detido em casa e logo em seguida a PM localizou Paulo. Eles foram levados para a Depac/Piratininga (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário).



Poxaa, já são 7 meses sem voçe e nada de Justiça se tá fazendo a maior falta,seu sorriso jamais será apagado Eternamentee voçe tá guardado no meu CORAÇÃO
DESCANSE EM PAZ ;/
 
Lorena Ferreiraa em 18/05/2012 11:30:56
E o pior é que agora quem fica preso são os trabalhadores que dali tiravam o sustendo de suas familias....parabens menos um bandido nas ruas
 
Rogerio Eloy em 03/10/2011 11:18:54
A quanto chegou a banalização da vida!!!
 
Luiz Oliveira em 03/10/2011 10:10:22
Parabéns aos pais de família que para se defender de arruaceiros vagabundos que não trabalham e ficam importunando os outros acabaram por tirar esses tranqueiras de circulação. Se não se defendem acabam mortos deixando a família a merce da sorte.
 
Luiz Alves em 03/10/2011 10:09:51
Se voltou é porque queria confusão, e se queria confusão gente boa é que não era, foi chamar a gangue e se deu mal, menos um vagabundo na terra...
 
Luciano Bandeira em 03/10/2011 10:05:03
trabalhadores !!!!!!!!! não vagabundos sem consideração com a vida humana.merecem por este ato de terrorismo cadeia para o resto da vida!!!!!!!!!
 
terezinha mascena em 03/10/2011 10:01:44
é isso aí.... mocinhos muito bravos, arrumadores de confusão e acham que mandam no pedaço, querendo se mostrar pros amiguinhos, agora ta ai a desgraça feita.... pelo jeito os senhores se defenderam destes covardes que andam em grupo e se acham os tais...
 
marcelo martins em 03/10/2011 09:49:25
Em um país onde o estado se faz ausente e onde as leis são feitas pra favorecer vagabundos , não há outro meio de sobreviver senão a auto-defesa ou auto-ataque .....
Que sobreviva aquele que puder mais .......
 
Ivan Luiz em 03/10/2011 09:33:01
É a barbárie!!!
 
Jéssica Machado em 03/10/2011 09:23:41
Se eu fosse matar quem me devia teria que matar meio mundo, R$ 0,15, Meu deus, onde esta parando este mundo... Ninguém vale nada mesmo.. Onde iremos parar.
 
João Paulo em 03/10/2011 09:11:51
O que ocorre é a falta de paciência e humildade pela parte de todos nós,certo errado??Trabalhador,maloqueiro??que importa todos somos filhos de Deus e esta escrito na biblía que devemos morrer ja com cabelo brancos...nada a falta de uma vida...esse tipo de noticia tinha que chocar,não virar rotina,Que Deus de consolo TODOS e sabedoria,para que isso não se repita.
 
Ruth Reis em 03/10/2011 06:13:05
Eu acho engraçado como as pessoas julgam os outros sem nem saber qual era a procedência do mesmo. Chamar de "maloqueiro", "vagabundo", generalizando, como se fossem todos assim, e realmente qm conhecia o Diego, sabe da família que ele tinha e que ele além da família era trabalhador, e um cara sempre da paz. Infelizmente aconteceu tal fato, mas é como disseram, q Deus possa confortar a família dele
 
Ana Carolina em 03/10/2011 04:41:30
Mais morte por causa de armas. A polícia está aí pra isso, se pensarmos melhor antes de agir na hora da raiva, evitaríamos muita dor. Famílias estão sendo destruidas dia a dia, uma vida não tem preço, todos nós somos importantes, a vida não pode ser banalizada assim, que Deus possa confortar as duas famílias e derramar misericórdia sobre a nossa cidade.
 
Débora Santos em 03/10/2011 03:27:26
Com certeza o comerciante seria morto pelos maloqueiros, sorte estar armado e agido em legítima defesa. Infelizmente a insegurança é tanta, que ninguém mais confia no poder publico ... e daí andar armado o cidadão com medo da vilania, da bandidagem.
 
Angelo Fantin em 03/10/2011 03:20:01
Por que o cara não pagou os R$ 0,15? talvez tudo isso não tivesse acontecido. Mas o ser humano é assim mesmo, tem dificuldades de renegar seu próprio eu, talvez não quisesse se rebaixar e falar: é verdade, posso ter errado, mas toma aqui leva pra ele. Deus tenha piedade de nós.
 
Paulo Cezar em 03/10/2011 02:51:55
Eu tenho pena dos pais desses jovens que não tem amor nem pelos próprios pais, eles agem por impulso, sem se importar com aqueles que lhe deram a vida. Em partes a culpa e dessa nossa sociedade capitalista que só exclui os menos favarecidos, gerando assim os conflitos entre as classes socias.
 
elza gomes diniz em 03/10/2011 02:20:39
Quem o conhecia o Diego, sabia que ele era uma boa pessoa, trabalhador e onesto, agora vagabundos e arruaceiros são aqueles que não o conheciam, por que ele só voltou lá, para pegar a sua moto, e aonde covardemente foi assassinado pelas costas ainda em cima da moto sem defesa alguma, pois nem armado estava. Vá com Deus meu amigo.
 
rodrigo kiko em 03/10/2011 01:51:56
É lamentável que isso ocorra. Qual é o valor da vida humana no mundo hoje ???
 
Anelize Lima em 03/10/2011 01:16:11
Acho um absurdo a falta de segurança para os trabalhadores desse ramo eu trabalho em uma conveniencia e agente vive a merce da sorte,mas acredito q havia outros meios de resolver essa situação,primeiramente pagar os 0,15 centavos ñ faria mal a ninguem ou chamar a polícia antes de tudo.Foi uma atitude arriscada pois poderia ser um deles atingido tbm.
 
Brunna Ferreira em 03/10/2011 01:14:32
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