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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

01/01/2011 09:44

Dois foram presos por assassinato perto do Mercadão

Aline Queiroz

Segundo suspeito teria fornecido faca a autor de homicídio

Edivaldo de Souza Duarte, 30 anos, e Lúcio da Silva Oliveira, 28 anos, foram presos suspeitos de matar Cristiano dos Santos, 23 anos, crime ocorrido ontem de manhã, perto do Mercado Municipal de Campo Grande, o Mercadão.

Capturado instantes depois do crime, Lúcio havia fornecido nome falso à Polícia, que descobriu a verdadeira identidade.

Lúcio delatou Edivaldo, que foi preso no início da noite, em um depósito de reciclagem, localizado na Rua Rio Brilhante.

Edivaldo dormia em um colchão, sobre uma faca que pode ser sido usada no crime.

Ele tinha mandado de prisão em aberto por outro homicídio e acabou capturado pelo 1º BPM (Batalhão da Polícia Militar).

A Polícia irá apurar qual a relação dele com o crime. Lúcio disse que Edivaldo forneceu a arma usada no homicídio.

Lúcio foi capturado com a roupa suja de sangue, no cruzamento da Avenida Salgado Filho e Rua Japão, distante dois quilômetros do local do crime.

De acordo com os policiais militares que atenderam a ocorrência, Cristiano era andarilho e o suspeito um guardador de carros que tinha rixa com a vítima.

Segundo a PM, Cristiano estava em um ponto de ônibus na Rua 26 de Agosto, quando foi surpreendido pelo autor.

O assassino desferiu um golpe no coração de Cristiano, que conseguiu correr e pedir ajuda aos policiais militares que estavam na praça.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e tentou reanimar o jovem, porém, sem êxito.

Depois de prestar socorro à vítima, os policiais iniciaram as rondas e conseguiram prender o suspeito em flagrante.



Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Eu minha amiga deixamos o veículo, dela, num estacionamento pago defronte a Lojas Americanas na tarde de 24/12 e dentro do veículo, entre alguns pertences comuns, um panetone. Quando ela voltou para pegar o veículo, notou que o panetone que seria para seu filho e eu havia presenteado foi violado e retirado pedaços com a mínima falta de higiene.
Fazer o quê?
 
Ezio José em 01/01/2011 12:37:00
Realmente está sério o caso dos flanelinhas, pois alguns são bastante agressivos
principalmente com mulheres e idosos. E o poder Público só age depois que acontece
os fatos.
 
josé gomes em 01/01/2011 11:47:19
Só complementando o que o Sérgio disse, acho extremamente abusivo o uso obrigatório deste parquímetro, porque na hora de ganhar dinheiro, o poder público é rápido e eficiente, inventam 1001 razões para estacionarmos os nossos carros em vias públicas e ainda pagarmos além de IPVA e licenciamento, o parquímetro, onerando ainda mais o cidadão. Será que o mesmo poder público (PMCG) será também rápido e eficiente no momento de reparar os danos aos nossos veículos, inclusive os causados por esses "guardadores de carros"? Acorda Campo Grande.
 
Moisés O. Araújo em 01/01/2011 11:14:00
Uma nova cracolândia está se formando na região que circunvizinha a Igreja Santo Antônio. Às vêzes existem umas dez pessoas (homens e mulheres) deitados na grama com os seus corotinhos de cachaça em plena manhã. É só estacionar o veículo na proximidade que levantam e vem correndo em sua direção para intimá-los a cuidar do seu veiculo. É preciso a polícia e a Secretaria de Ação Social do município agir com mais rigor naquele local.
 
Josevaldo Pereira em 01/01/2011 10:56:00
Respeito todos que trabalham de forma honesta, mas a questão dos guardadores de carros (flanelinhas) é séria, pois é uma forma de apropriação do espaço público por particulares, que também é cobrado pelo Poder Público (parquímetro) além da implícita ameaça de dano ao patrimônio (veículo) caso nos recusemos a pagar pelos seus "serviços", além do que, pelas últimas notícias, corremos riscos concretos em razão da periculosidade que alguns ostentam, sem falar nas drogas e demais vícios. Passou da hora de se tomar medidas para sanar esse grave problema social e que agora enveredou para a esfera policial também.
 
Sérgio Wilian Annibal em 01/01/2011 10:12:00
gente isso é dimais, admiro quem trabalha honestamente,. geralmente os flanelinhas são pessoas q dormen na rua, durante o dia quer ganhar um trocado, vc precisa pagar pelo parquimetro, um roubo, pois devemos ter os amarelinhos de segurança, pois ja q pagamos, o q vemos é eles multando, procurando um jeito de te ferrar, sempre ando de moto, onde vc para ja vem um flanelinha, pode deichar o capacete patrão, aqui sera bem cuidado, si vc fala q não tem dinheiro eles te olham com uma magoa, imagina vc trabalhar o dia todo parando em varios lugares durante o dia, e ter q dar um real em todos , vc vai ter q pagar para trabalhar, sem falar na segurança né, q eé pessima em nossa cidade, vc só ve a policia pegando os motobois q trabalhan e dar nojo ainda, os bandidos andam soltos por ai roubando...
 
dimas marques em 01/01/2011 05:26:00
Percebe-se que a sociedade é um tanto quanto desconhecedora de seus direitos. Precisamos sim, respeitar toda a forma de trabalho, precisamos também aprender a parar de recllamar de um problema que nos próprios criamos. Pois se existem flanelinhas é por que tem quem paga, em fim nós contribuimos. Outra será que precisa acontecer um crime para que a sociedade se mobilize??!!
 
Renato José Ribeiro em 01/01/2011 04:52:13
Dá até " dó" de vocês que agora após tantos anos criticam o parquimetro, será que voces não acabaram de eleger o criador, ou já esqueceram quem foi. Procure saber pra que serve este imposto e se ele cobre algum danos em seu veículo. Procure saber porque na capital do Mato Grosso, eles não conseguiram implantar esse limpa bolso. hahahahaha acorda Sulmatogrossense. Uma coisa é certa os imposto é para prefeitura e os flanelinhas é responsabilidade de cada motorista.
 
Maccelly Castro em 01/01/2011 01:28:18
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