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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

03/11/2011 20:01

Em 15 anos, Sesc investiu mais de R$ 2 milhões no Horto Florestal

Ana Paula Carvalho e Marta Ferreira
Grama não tem sido aparada desde que acabou o acordo. (Foto: Pedro Peralta)Grama não tem sido aparada desde que acabou o acordo. (Foto: Pedro Peralta)

De acordo com o Sesc (Serviço Social do Comércio) o contrato firmado com a Prefeitura para a manutenção do Horto Florestal, o parque urbano mais antigo de Campo Grande, expirou no dia 3 de fevereiro deste ano e não foi renovado.Não houve explicação para a não renovação.

Sem o Sesc, o parque é alvo de reclamação dos visitantes, devido ao mato alto e aspecto de abandono. De acordo com o Sesc, durante os 15 anos em que administrou o Horto Florestal, foram investidos R$ 2.018.742,14 na manutenção do local.

Agora, os recursos estão sendo investidos em ações de promoção social, saúde, educação e lazer, conforme posicionamento enviado ao site. As unidades da Capital e do interior realizam, em média, dois milhões de atendimentos por mês, como foi informado.

Quanto à área onde o parque aquático e o restaurante da entidade estão instalados, o Sesc garante que pertence à eles, e não às dependências do Horto, como chegaram a cogitar.

Parte da história- O Parque Florestal Antônio de Albuquerque foi criado em 1923, no espaço que ocupou, no início do século passado, um frigorífico e curtume de couro.

Está localizado em uma área emblemática da cidade, a confluência entre os córregos Segredo e Prosa, que dá origem ao rio Anhanduí.

Recentemente, foi pivô de polêmica, após a prefeitura cogitar transferir para o local os trailers de lanche na Afonso Pena. A ideia foi abandonada, mas, enquanto ainda vigorou, a pista de bicicross existente no local foi destruída e agora o aspecto é de abandono.

É com esse aspecto mal cuidado que Horto Florestal entrou em processo de tombamento como patrimônio da cidade.

O presidente da Fundac (Fundação de Cultura), Roberto Figueiredo, atribuiu a situação no Horto ao fim da parceria com o Sesc. Segundo ele, hoje a manutenção é feita pelos funcionários do parque e da Secretaria de Obras.

O problema, segundo ele, é que são apenas 8 funcionários, para um espaço que, segundo Figueiredo, “é uma fazendinha”. São 4,5 hectares, que compreendem o arvoredo, a pista de caminhada, de bocha, de skate, o parquinho das crianças, uma academia ao ar livre e o orquidário abandonado.

Sobre o orquidário, o presidente da Fundac informou que ele mantido por um único criador, e agora o órgão busca novos interessados, como a associação que reúne os orquidófilos no Estado. De acordo com ele, também está sendo negociado um novo parceiro para a manutenção do Horto, como parte do programa de adoção de praças espaços públicos mantido pela Prefeitura.



Parabens UCDB essa parceria eu acredito que vai dar certo pq?
pq nao visa lucros o SESC apenas monopolizou o lacal em prol dos seus interesses
e nos populaçao devemos acompanhar e se nao tiver de acordo temos que meter a boca e reclamar . mas parabens pela iniciativa .
 
joao matos em 27/12/2011 11:33:10
Cade o povo (ELVIO) e (HAROLDO) e cia, que fizeram tanto barulho quando o lugar seria destinado aos lancheiros, nem uma arvore sequer foi plantada lá, foram e abraçaram o horto, todo aquele movimento pra nada.. pura demagogia....
 
Emerson alves em 04/11/2011 12:47:19
Somente 2 milhões em 15 anos? Pouco demaisss!!! E mesmo assim, desde o ano retrasado o orquidário está abandonado! Pouquíssimos funcionários no local! A biblioteca não abre aos finais de semana e nem o horto, ele funciona somente para a elite, mais um local abandonado pelo poder público!!! Nada ocorre lá de interessante! Acorda prefeitooooo!!!! Que vereador irá cobrar melhor explicações?
 
eduardo sakatama em 03/11/2011 09:48:42
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