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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

01/04/2011 17:00

Em pouco tempo de chuva moradores da Vila Popular sofrem com ruas alagadas

Paula Maciulevicius e Viviane Oliveira

Moradores contam que toda vez que chove, vias e casas ficam inundadas

Levantar móveis já virou rotina para moradores da Vila Popular. (Foto: João Garrigó)Levantar móveis já virou rotina para moradores da Vila Popular. (Foto: João Garrigó)

A chuva forte do começo da tarde trouxe transtornos aos moradores da Vila Popular, em Campo Grande. Apesar de rápida, ruas do bairro e casas foram alagadas.

Na Avenida Rádio Maia, mesmo depois de ter saído o sol, os moradores ainda tiravam água das casas. Segundo eles, toda vez que chove, a cena se repete.

A chuva intensa dificultou o trânsito para quem passava pelo local. As ruas ficaram de baixo d’água e semelhantes a um rio.

Para o aposentado Braz Pereira Neto, 56 anos, o problema está nas bocas-de-lobo. Ele acha que o sistema não dá conta de descer toda a água. O morador conta que nos 21 anos que mora no bairro, toda vez que chove, é um problema.

“Este ano já entrou água em casa. Tenho medo de que aconteça o que houve em 2006. Choveu tanto que o muro caiu de fora a fora”, conta.

Braz mora em frente ao Córrego Imbirussu, e acrescenta que a solução seria afunda-lo.

“Só afundando o córrego e colocando mais bocas-de-lobo que já resolve”, completa.

Retirar os móveis e eletrodomésticos de casa virou rotina para o índio terena Venízio Sales, 41 anos. A água da chuva também entrou na casa dele, e queimou a geladeira pela segunda vez.

“Essa água vem do frigorífico. Tem uma comporta que armazena e quando ela está fechada, não tem para onde a água ir”, explica.

Para o morador Ronaldo do Nascimento, 26 anos, os constantes alagamentos começaram a acontecer depois das obras da Orla Morena.

“Antes das obras já tivemos chuvas piores. De chover o dia todo e não ficava assim”, relata.

O coordenador do Cras (Centro de Referência da Assistência Social), Sandro da Costa, esteve no bairro a serviço para fazer o pronto atendimento padrão em situações de chuva.

De acordo com Sandro, tiveram famílias que nas outras vezes perderam alimentos, documentação, móveis. Como a região é habitada por indígenas o Cras é acionado para dar assistência.

Na mesma região, a Avenida Duque de Caxias, próxima ao viaduto Márcio Carvalho, se transformou em rio.

A vendedora ambulante, Maria de Assis, 63 anos, conta que á água vem com tanta força que os motociclistas têm até dificuldade para passar. Para ela, a chuva vem descendo e chega mais intensa a região.

“Toda essa chuva desce do Nova Campo Grande”, comenta.

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concordo o plenamente com o franco, não só a popular sofre com as chuvas, mas também a nova campo grande que não tem asfasto e as àguas estão minando por todos os lugares,além das ruas não terem asfalto, estão todas esburacadas, nossas autoridades nunca passasram aqui,somente nas eleições só faz promessas,esse bairro tem mais de (50) anos e nada foi feito até agora.
 
juraci garcia lima em 02/04/2011 07:01:29
O que está faltando é planejamento,uma empresa está fazendo a canalização de esgoto e com isso abriu uma vala de mais de 20 mts de largura e profundidade mais que suficiente para ajudar no escoamento do excesso de aguas nos dias de chuva,mas cadê os engenheiros da prefeitura para estudar uma maneira de deixar um vão,que no caso poderia ser usado também como passarela para as crianças que passam por ali para irem e virem da escola,varias já morreram nesta travessia.mas prá que fazer o bem feito se é o mal feito que dá dinheiro.Só informando os que não tem conhecimento,já foi feito um vão que como se vê ,não foi o suficiente para dar vazão do excesso de agua.A cabeça não serve só prá colocar o capacete branco não meus amigos.
 
nilson franco de oliveira em 01/04/2011 05:35:10
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