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Capital

Em um dia, três homens são autuados por crimes ambientais na Capital

Polícia Civil flagrou suspeitos descartando podas de árvore de forma irregular em terreno baldio, e outro maltratando pitbull

Por Guilherme Correia | 11/02/2021 12:15
Por meio de camionete, homens depositavam restos de podas de árvores em terreno (Foto: Polícia Civil)
Por meio de camionete, homens depositavam restos de podas de árvores em terreno (Foto: Polícia Civil)

Três homens foram autuados pela Polícia Civil nesta quarta-feira (10), em Campo Grande, por crimes ambientais cometidos na cidade. Dois deles descartavam podas de árvore de forma irregular no mesmo terreno baldio, no Bairro Vila Serradinho, e um deles mal-tratava uma pitbull, amarrando-a de forma inadequada.

Animal preso de forma inaqueda em residência, na Capital (Foto: Polícia Civil)
Animal preso de forma inaqueda em residência, na Capital (Foto: Polícia Civil)

A denúncia referente ao animal veio de forma anônima para a Decat (Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista), que enviou policiais até a casa, que encaminharam a cadela ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), e autuaram o dono por crime de maus-tratos, além de orientá-lo a realizar adequações no imóvel para que possa ter o animal de volta.

Terreno baldio - Equipes da Decat flagraram os infratores em diferentes momentos do dia em um terreno grande e não ocupado, conhecido como um ponto de descarte irregular de lixo.

Um homem foi flagrado descarregando podas de árvores na área, autuado e levado para a Delegacia. Quando um dos peritos retornou ao local da ingração, flagraram outro fazendo o mesmo crime.

Segundo publicação feita pela Polícia Civil, o acúmulo de resíduos diversos em locais não autorizados pela prefeitura podem facilitar a transmissão da dengue, chikungunya e zika, por meio do mosquito aedes aegypti. Além disso, animais peçonhentos ou prejudiciais à saúde também podem se proliferar, como ratos ou escorpiões.

Essa prática é considerada crime conforme artigo 54 da Lei 9.605/98, sob pena máxima de quatro anos de reclusão, mas cabe direito a fiança.

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