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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

05/07/2013 13:37

Empresa demite operários de obras da Petrobras e "esquece" do acerto

Elverson Cardozo e Jéssica Benitez
Sem auxílio de empresa, funcionários contam com apoio de Fetems para comer (Foto: Cleber Gellio)Sem auxílio de empresa, funcionários contam com apoio de Fetems para comer (Foto: Cleber Gellio)
Após despejo, trabalhadores recebem passagens para ir embora, porém sem acerto (Foto: Cleber Gellio)Após "despejo", trabalhadores recebem passagens para ir embora, porém sem acerto (Foto: Cleber Gellio)

Pelo menos 200 trabalhadores da UFN3, empresa que presta serviço para a Petrobras na construção da fábrica de fertilizantes, em Três Lagoas, foram demitidos depois que entraram em greve, no início deste mês.

Eles foram encaminhados para Campo Grande, onde receberiam o acerto e as passagens de volta aos estados de origem, mas até agora isso não aconteceu. Os funcionários, que estavam em hotéis na Capital, foram “despejados” nesta sexta-feira (5) porque a diária não foi renovada pela empresa.

Agora, eles estão abrigados na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), onde receberam pães com mortadela, já que estão sem dinheiro até para a alimentação.

Os ex-colaboradores, a maioria do nordeste, contaram à reportagem que pelo menos mil funcionários foram mandados embora. O aviso que, segundo eles, não teve justificativa, foi dado em hotel de Três Lagoas, onde estavam hospedados depois do incêndio no alojamento.

Um representante da UFN3 teria ido ao local com uma lista. Depois da demissão em massa, todos foram orientados a seguir para Campo Grande, onde receberiam o acerto, mas isso não aconteceu.

Um funcionário da empresa, identificado como Marcos Araújo, esteve no hotel e na Fetems distribuindo passagens, mas ele não quis falar com a imprensa. A informação que circula, entre os trabalhadores, é que apenas a passagem será fornecida, mas do acerto ainda não há informações.

Taunã Santos, de 24 anos, é da Bahia. Saiu às pressas da empresa. Sem dinheiro e com Carteira de Trabalho retida, assim como os colegas, ele não sabe o que vai fazer. Anderson Roberto Silva também está na mesma situação e teme não receber. Se aceitar a passagem para o retorno, ficará sem o acerto. Por outro lado, se ficar, não tem aonde dormir.

Na sede da Fetems, os trabalhadores estão recebendo o apoio do presidente do Sindicato da Construção Civil, João Abelha Neto. Hoje à tarde, representantes do Ministério Público e do Trabalho devem se reunir com os trabalhadores para uma reunião.

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sei que pra quem ver parece ser errado foi errado sim o vandalismo mais muitos ai nao fizeram nada e estao pagando por erros dos outros pois os verdadeiros culpados ja estao preso isso e ilegal e imoral entao vamos criticar sim mais nao acusar pois vcs nao estavam lah e eu estava sou pai de familia lah na minha terra tem pessoas que vive do meu suor como eu tem muita gente que nem estava no alojamento no dia pois o alojamento parecia um presidio
 
carlos santos em 06/07/2013 10:43:56
Eu acho que o coisinho que esta de camisa listrada na foto tá feliz da vida nas dependências da FETEMS, acredito que eles atingiram os seus objetivos e ganharam o DE VOLTA PARA A MINHA TERRA. Quer reivindicar o direito a lei não proíbe, entretanto banalizar o feito queimando o patrimônio alheio, isso é um absurdo.
 
Suzana Ma em 05/07/2013 21:13:15
Entao, lendo a materia da do dos coitados, mas vai ver o que eles fizeram no alojamento da Empresa, fazer greve, paralizaçao e uma coisa; Vandalismo, desordem e outra totalmente diferente. A Empresa deveria contabilizar os danos e cobrar de cada um desses baderneiros.
 
Antonio Garcia em 05/07/2013 15:07:56
Sei que a empresa não está sendo correta, mas eu acho que o mais correto é, entrou em greve, tchau, tem tanta gente desempregada e o povo fica entrando em greve na maioria das vezes por causa de besteira ou porque tem alguem agitando para que haja beneficio em seu favor porque sozinho não conseguiu, sei que é um direito do cidadão, mas a greve só atrasa o nosso desenvolvimento e acho que tem que deixar quem quer trabalhar trabalhando, quem quer agitar vai fazer isso sem prejudicar as empresas que já pagam tanto imposto que mal sobrevivem, não estou falando das gigantes,mas a regra é para todos...
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 05/07/2013 15:06:01
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