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Capital

Empresas ampliam margem de frete e caminhoneiros encerram protestos

Por Ricardo Campos Jr. | 18/01/2017 16:41
Fila de caminhões durante protesto em Campo Grande (Foto: divulgação)
Fila de caminhões durante protesto em Campo Grande (Foto: divulgação)

Empresas exportadoras aumentaram de 20% a 30% o valor do frete para o transporte graneleiro, dependendo do trecho, atendendo a uma das reivindicações dos caminhoneiros e motivando a suspensão do movimento realizado nesta terça e quarta-feira (18) em Campo Grande.

Os motoristas chegaram a bloquear o tráfego de cargas não perecíveis pela manhã, mas diante do êxito, a categoria decidiu não retomá-lo durante a tarde.

Na avaliação do Setlog (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística) de Mato Grosso do Sul, a valorização do frete foi conquistada graças ao empenho dos que aderiram ao protesto, tanto no estado como em outras regiões.

Segundo a entidade, as tarifas não eram revisadas há anos. Espera-se que a medida tenha efeitos positivos também para empresas autônomas que não operam com grãos.

O sindicato afirma ainda que vai solicitar ao Governo Estadual a fixação de um valor mínimo de frete e cobrar fiscalização efetiva dessa cobrança, como também fizeram os trabalhadores de Mato Grosso.

Adesão – Para não atrapalhar o trânsito, os caminhoneiros estacionaram os veículos no canteiro e autorizavam a passagem de ônibus, carros de passeio, ambulâncias e cargas vivas. O Setlog (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística de MS) montou um estande para os caminhoneiros, oferecendo água e entrega de panfletos para os motoristas que trafegam pela rodovia.

Nesta quarta-feira, havia mais de 30 caminhões parados no início do protesto, realizado nas saídas de Campo Grande para São Paulo e Três Lagoas, nas rodovias 163 e 262, respectivamente.

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