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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

27/10/2011 00:31

Estado é condenado a indenizar mãe por morte de filho prematuro

Paulo Fernandes

O Estado de Mato Grosso do Sul terá que indenizar em R$ 32.700 uma mulher que teve o filho nascido prematuramente após ser jogada pela polícia dentro de um camburão. A criança morreu 42 dias depois.

Por maioria, a 2ª Turma Cível do TJ/MS (Tribunal de Justiça) deu provimento a apelação cível interposta pedindo indenização por danos morais e materiais.

Na madrugada de 4 de novembro de 2006, Eleida da Cruz Gomes apontou uma arma contra os policiais ao ver o marido sendo detido e também foi presa.

Apesar de grávida de sete meses, ela foi jogada dentro de um camburão e, segundo os autos, permaneceu toda a madrugada sem beber água, apesar de ter solicitado várias vezes.

Eleida foi ainda agredida pelos policiais e permaneceu por muito tempo dentro da viatura sob o sol, passando mal.

Ela só foi atendida quando chegou ao Presídio Feminino. Ao dar entrada na Santa Casa, os médicos constataram que havia a necessidade de realizar o parto imediatamente. A criança nasceu prematura e morreu 42 dias depois.

A mulher foi absolvida da acusação que ensejou sua prisão e ajuizou a ação de indenização.

O argumento é de a morte da filha não teria ocorrido se não fosse a negligência e o descaso dos policiais, segundo o site do TJ/MS. O laudo da Santa Casa revela que a prematuridade foi uma das causas da morte. A infecção que provocou a morte do bebê só ocorre em prematuros.

Para Eleida, se tivesse sido socorrida quando reclamava de dores, a criança não teria nascido prematuramente, pois teria sido medicada a tempo.



olha so senhor fernando silva a sorte dela e que nao levo um tiro na cara pq o que a de policias nas ruas sem o devido prepara por falta de uma politica mas rigorasa em nosso estado que so pensa em fazer asfaltos nas ruas e esgotos mas a saude ta precaria e a segurança uma ???? mas queria que fose sua mae ou sua mulher ai nesse caso ai vc ia falar isso
 
ezequiel fernandes em 01/11/2011 12:55:10
primeiro, a justiça de alguma forma entendeu que ela não cometeu crime.segundo ,a mesma justiça entendeu que quem cometeu crime foram os policiais que atenderam a ocorrência,pois deu direito a indenização que pelo o que o estado representa ficou muito barato.o governador tem que cobrar esse valor de quem deu causa ao processo,os policiais.
 
robson barbosa de oliveira em 28/10/2011 05:38:49
GOSTARIA MUUIITO DE FAZER UM GDE PEDIDO A VCS.
De uma olhada na situação dos semáforos da area central. Qdo abre p o pedestre,tbém abre p os carros ja viu isso? Se pra nos jovens é dificil travessar a rua imagina p a 3 idade..Será q ninguerm percebe q está errado? Obrigada,
 
Betania da silva em 27/10/2011 09:05:48
Olha Fernando Silva nao concordo com seu comentario de mal gosto...Pq ai fala de uma vida concerteza ela ganhou esse dinheiro mas e a vida do filho ela nao tem ele...Sim concordo que ela tenha que pagar pelo que fez mas nao e bem assim saiu no lucro nao somos ninguem pra julgar...
 
Daiane Esquian em 27/10/2011 04:53:44
Foi feito "meia justiça", pois afinal ela cometeu crime. Da mesma forma que "o Estado errou", errou também essa senhora. Ainda que tendo direito ao reparo legal, deveria ter pago por seu erro. Ficou no lucro. Já pensou se vira moda esse negócio de grávida querer afrontar a polícia...?
 
Fernando Silva em 27/10/2011 01:52:39
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