Funlec cruza fronteiras para entender como o mundo está ensinando
Em Londres, educação vira ponte entre o que já existe e o que ainda pode ser construído

Em meio a telas interativas, novas plataformas digitais e debates sobre o futuro da aprendizagem, a educação sul-mato-grossense marcou presença em um dos maiores palcos globais do setor. Pela primeira vez, a Funlec (Fundação Lowtons de Educação e Cultura) participou da BETT UK, feira internacional de educação e tecnologia realizada em Londres, que reúne especialistas, educadores e empresas de vários países.
RESUMO
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A Funlec (Fundação Lowtons de Educação e Cultura) participou pela primeira vez da BETT UK, feira internacional de educação e tecnologia em Londres. O presidente da fundação, Alessandro Gomes Lewandowski, acompanhou o evento entre 21 e 23 de janeiro, buscando compreender as transformações globais no ensino. Durante o evento, foram apresentadas novas metodologias, ferramentas digitais e formatos pedagógicos. A participação visa transformar as referências observadas em planejamento concreto, incluindo uma nova plataforma educacional e metodologia própria para a instituição sul-mato-grossense.
O presidente da fundação, Alessandro Gomes Lewandowski, acompanhou de perto o evento entre os dias 21 e 23 de janeiro. A proposta foi simples — e desafiadora: observar como escolas e instituições do mundo inteiro estão lidando com as transformações aceleradas na forma de ensinar e aprender.
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A BETT UK é conhecida como uma vitrine do que está por vir. Ali, surgem novas metodologias, ferramentas digitais, equipamentos e formatos pedagógicos que já começam a redesenhar salas de aula em diferentes países. Mais do que conhecer novidades, a ideia foi entender como essas soluções funcionam na prática.
“Não é só ver tecnologia, mas compreender como ela é aplicada no dia a dia das escolas”, comentou Lewandowski durante a imersão. Segundo ele, a experiência ajudou a ampliar o olhar da instituição sobre processos pedagógicos, gestão educacional e organização interna.
Ao longo dos três dias, o presidente participou de apresentações de casos internacionais, acompanhou demonstrações de plataformas educacionais e conversou com profissionais que atuam diretamente na integração entre pedagogia e tecnologia — um dos principais desafios do ensino contemporâneo.
Outro ponto simbólico da participação foi levar o nome da Funlec para fora do país. Em um ambiente dominado por grandes redes educacionais e empresas globais, a presença de uma fundação sem fins lucrativos de Mato Grosso do Sul chamou atenção.
“É uma forma de mostrar que o que é feito aqui também pode dialogar com o mundo”, avaliou.
Agora, o desafio começa longe dos corredores londrinos. De volta ao Brasil, a proposta é transformar as referências observadas em planejamento concreto. A equipe da fundação deve analisar, nos próximos meses, quais ideias podem ser adaptadas à realidade local e incorporadas aos projetos já em andamento.
Entre eles estão a nova plataforma educacional da Funlec e a construção de uma metodologia própria, que deve ganhar reforço a partir do que foi visto na feira internacional.
Mais do que uma viagem institucional, a participação na BETT UK 2026 representa um movimento de abertura: olhar para fora para repensar o que acontece dentro da sala de aula — e preparar alunos para um mundo que muda cada vez mais rápido.

