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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

01/10/2011 11:19

Evento para residentes aborda esterilidade em casais e hipertensão materna

Paula Vitorino
Coordenador do evento diz que objetivo é oferecer formação para residentes de ginecologia obstetrícia. (Foto: Pedro Peralta)Coordenador do evento diz que objetivo é oferecer formação para residentes de ginecologia obstetrícia. (Foto: Pedro Peralta)

Com o objeto de preparar e atualizar os futuros médicos das especialidades de ginecologia e obstetrícia, a Santa Casa de Campo Grande realiza a III Jornada de Ginecologia e Obstetrícia da Residência Médica, que têm encerramento na manhã deste sábado (1).

O evento tem como foco a hipertensão na gestação e os problemas que causam esterilidade em casais. Os temas foram abordados por especialistas nos assuntos de São Paulo.

De acordo com o coordenador do evento, Alex Bortotto, a hipertensão é a doença que mais mata gestantes e a esterilidade em casais representa cerca de 10 a 15%.

“Queremos preparar nossos profissionais, com uma formação mais sólida, para atender com qualidade pacientes com essas patologias. Aqui eles têm acesso a todas as novidades de tratamento e dados sobre as doenças”, frisa.

Atualmente a Santa Casa conta com 13 residentes nas duas áreas, que após terminar a residência de três anos poderão atuar em diversos locais do Estado ou fora.

Alex explica que seminários como esse são importantes para envolver os médicos, preparando para o exercício da profissão, e propiciar contato com profissionais renomados do país.

“No curso temos toda a parte teórica e pratica, mas é fundamental que eles tenham contato com especialistas da área que vão atuar”, diz.

Deficiências - Para o médico ginecologista, hoje o maior problema que os profissionais da área enfrentam é a garantia da qualidade no atendimento a população. Ele ressalta que o Brasil está muito acima de países desenvolvidos na taxa de mortalidade materna.

Segundo o médico, são entre 80 e 150 mortes por 100 mil habitantes, enquanto que em países desenvolvidos o índice cai para 4 entre 8 mortes por 100 mil habitantes.

“A formação de qualidade é o primeiro passo para mudar essa situação. É o que estamos fazendo”, diz.

Mas Alex também diz que os médicos encontram um enorme desafio em relação ao conhecimento, já que a cada dia surgem novos avanços na tecnologia e os profissionais têm de se atualizar constantemente.

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