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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

26/02/2013 18:43

Famílias despejadas no Santa Emília fazem apelo a Bernal

Helton Verão
Após reunião, advogados instruem a família na saída da Prefeitura Municipal (Foto: Helton Verão)Após reunião, advogados instruem a família na saída da Prefeitura Municipal (Foto: Helton Verão)

O prefeito Alcides Bernal juntamente com o promotor da prefeitura, Luiz Carlos Santini, receberam as famílias despejadas de uma área de comodato localizada na rua Edno Machado, no bairro Santa Emília e seus advogados.

O objetivo era uma alternativa para elas, que após o despejo ficaram morando na Associação de Moradores, improvisadas em meio a lonas.

Os advogados das famílias Mauro Del Veiga e Antonio Marcondes, saíram otimistas do encontro e dizem que a esperança é de que o bom senso prevaleça. “Sabemos que o prefeito não pode chegar e dar algo para as famílias, pois de derem para eles, amanhã terão centenas aqui em frente. Mas ele vai tomar as medidas necessárias e de mais bom senso”, espera Marcondes.

O promotor Santini, explicou que a procuradoria não tinha conhecimento da situação, e como se tratava de um mandato, não havia como ser impedido. “Se eu ou o prefeito tivesse o conhecimento deste caso antes, talvez poderíamos ter feito algo. Mas como se trata de um mandato, ele tem de ser cumprido. As famílias agora irão aguardar uma vaga para a Emha (Agência Municipal de Habitação)”, ressalta o promotor.

Segundo os advogados das famílias, eles já estão inscritos na Emha há anos, e agora com encontro com o prefeito esperam agilizar o processo para serem beneficiados. “Ou quem sabe a solidariedade de alguém”, finaliza Antonio Marcondes.

As famílias foram retiradas a área no último dia 20, após o mandado do juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos de Campo Grande, Nélio Stábile.

Os despejados possuíam um documento de comodato, assinado ainda pelo prefeito de Campo Grande na época, Juvêncio César da Fonseca e mesmo assim o mandato foi cumprido.



É simples, ao invés dele doar terreno pra Igreja, basta ele transferir este mesmo terreno para quem realmente precisa. Porque as Igrejas que hoje se transformaram em postos de arrecadação de dízimos têm condições financeiras para se instalar. Afinal, não é bíblico: Dai a Deus o que é de Deus e a César o que é de César???? Quer agradar a Deus ampare o seu irmão, quer agradar aos pastores dê dinheiro nos templos.
 
Marcilene Dutra em 27/02/2013 08:11:19
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