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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

28/12/2010 20:15

Fiscalização e multa fazem uso da cadeirinha se tornar rotina

Viviane Oliveira e Ana Maria Assis
Carine já usava a cadeirinha antes da lei entrar em vigor. (Foto João Garrigó)Carine já usava a cadeirinha antes da lei entrar em vigor. (Foto João Garrigó)

A fiscalização para saber se os motoristas cumprem a regra para o transporte de crianças começaram em outubro. Com mais de dois meses que a lei da cadeirinha tornou-se obrigatória é comum ver nas ruas de Campo Grande os veículos adaptados com os equipamentos de segurança.

Para o chefe de fiscalização de Trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Eder Vera Cruz, as pessoas se adaptaram bem. Hoje, segundo ele, não falta mais cadeirinha no mercado e a maioria dos carros têm o equipamento de segurança.

“Na Fiscalização nós percebemos que todos os carros que transportam crianças têm cadeirinhas, porém há uma minoria que, mesmo tendo a cadeirinha no veículo, ainda carrega a criança no colo", conta Eder.

Conforme Eder, apesar de todo o trabalho de conscientização, ainda existem pessoas que não tem noção do perigo ao transportar uma criança no banco da frente. “Chegamos a flagrar bebezinho no colo de adulto no banco da frente, sendo que o veículo tinha a cadeirinha”.

Já para a dona de casa Joana Maria Souza Gomes, 33 anos, mãe de Isabella, que vai completar um ano, o uso da cadeirinha é muito importante. “Não temos carro, mas meu irmão tem, então compramos uma cadeirinha para a Isabella para quando usarmos o carro dele. Ano que vem a mais velha já faz sete anos, então para ela resolvemos não comprar o equipamento de segurança", contou.

Tem pais que mesmo antes da lei já usavam a cadeirinha: é o caso de Carine Nascimento. “Desde antes da lei já usávamos o equipamento por segurança. Tanto que a cadeirinha que a Laís está usando hoje era da Beatriz e já está até velhinha", disse Carine, mãe de Ana Beatriz, 6, e Laís, 3.

Quem desrespeitar as regras da resolução 277 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estará cometendo, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, infração gravíssima e terá como penalidade multa de R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

De acordo com Eder, entre os dias 24 e 25 de dezembro foram registrados 40 acidentes, mas nenhum grave. “Mas se a criança não estiver com a proteção devida pode se machucar muito”, finaliza.



Essa lei é meia caolha, pois como ficam as vans de transporte, os taxis, os trenzinhos em varias cidades que transportam muita mais crianças que as vezes uma familia que tem sempre uma ou duas.. No Brasil infelismante é assim, o legislativo no intuito de mostrar que estão trabalhando fazem essas leis muitas vezes unilateral.
Quantas crinças morrem por falta de cadeirinha? Será que essas estradas mal feitas que existem pelo Brasil a fora não são mais assassinas que as cadeirinhas?? Não quero com isso dizer que a cadeirinha é maléfica, porém ha coisas mais perigosas por ai a fora e tambem as penalidades que acaba se tornando apenas para quem tem veiculos particulares e o perigo visto pelos legisladores se estendem a todos os veiculos automotores que transitam.
 
oldemar rodrigues em 29/12/2010 09:40:24
vivemos em um pais com uma das maiores cargas tributarias do mundo,a lei da cadeirinha simplesmente e mais uma forma de arrecadar mais.,com a clara intençao de engordar os cofres publicos para futuras partilhas ; prevençao se faz com educaçao nao com multa,quem deve ser multado e aquele que comete infraçao de transito em area sinalizada,todos sabem que menor de sete anos tem que andar no bco de traz dos veiculos,o que precisa e estar sempre concientizando os motoristas a conduzirem as nossas crianças de forma correta principalmente em frente as escolas.
 
paulo pereira de souza em 29/12/2010 02:36:30
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