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Campo Grande, Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

05/12/2013 15:19

Fundac exige R$ 6 mil e dará 24h para selecionado ocupar 18 quiosques

Edivaldo Bitencourt
Cidade do Natal: selecionado terá 24 horas para ocupar quiosques (Foto: Cleber Gellio)Cidade do Natal: selecionado terá 24 horas para ocupar quiosques (Foto: Cleber Gellio)

A Prefeitura de Campo Grande começou hoje e concluirá na véspera, no dia 11 de dezembro, a seleção dos interessados em explorar os 18 quiosques da Cidade do Natal. Além de ter 24 horas para “levantar as barracas”, os escolhidos” terão de garantir condições de pagar, no mínimo, com R$ 6 mil com a manutenção e montagem dos quiosques.

A Fundac (Fundação Municipal de Cultura) lançou o edital nesta quinta-feira. Os interessados em explorar economicamente os quiosques podem se inscrever até o dia 10 e o resultado será divulgado no dia seguinte.

De acordo com o chamamento público, assinado pelo presidente da fundação, Júlio Cabral, a exploração será do dia 12 até 5 de janeiro.

Poderão participar da seleção pessoas físicas ou jurídicas com ou sem fins lucrativos.
“Os proponentes, em se tratando de produtos artísticos, devem estar cientes da responsabilidade sobre obras que não sejam 100% de sua própria autoria, sendo de sua obrigação exclusiva possíveis recolhimentos e multas referentes a eventuais direitos autorais”.

No entanto, a seleção usará critérios subjetivos, conforme o edital publicado hoje. A comissão, formada por três servidores, vai considerar viabilidade da proposta, adequação da proposta ao espaço público, experiência do proponente no desenvolvimento de ações, geração de empregos, valorização da cultura local e intercâmbio cultural”.

Quando selecionou os nove quiosques da Orla Ferroviária, por exemplo, o município adotou critérios mais objetivos, como venceu quem propôs o maior valor pelo aluguel dos pontos.

Também fica proibida a sublocação dos espaços, sob pena de multa de R$ 1,5 mil.



Quem caiu no engodo dos vagões entre a Afonso Pena e a Antonio Maria Coelho QUEBROU. É triste ver que não houve divulgação e apoio do poder público que levou várias pessoas a falirem. R$ 1.500,00/mês em um espaço ínfimo é no mínimo burrice. Todos os dias passo pelo local e apenas 3 estão funcionando e muitas vezes praticamente vazias. Dá dó de quem acreditou e investiu.
 
Carlos Roberto em 06/12/2013 09:46:45
Atos de Bernal......
Cadê a reforma que ele promoteu?
Já mudou o discurso novamente?
È uma pena essa administração que não houve,não age e os Campograndenses sendo tratados com um descaso tão grande.
Infelizmente essa é a nossa realidade.
É uma pena!
 
EVANGELISTA LAURINDO FERREIRA em 06/12/2013 09:04:12
A nova cidade do Natal que ia ser construida, ficou igual a do Natal de 2012, e da decoração da Afonso Pena será que vai ter?
 
Cleonice Bueno em 06/12/2013 07:44:44
Isso é pro natal do ano que vem..... kkkkkkkkkkkkkkkk
 
marcio dias em 05/12/2013 17:39:52
Lamentável, um espaço público que poderia servir para atender as demandas de entidades de Campo Grande, que passam dificuldades para manter as portas abertas, que muitas vezes não recebem ajuda pública. Os quiosques ao serem leiloados para uso privado, fere um direito de todos os cidadãos que pagaram através dos impostos a construção dessa praça, realmente lamentável passar para esploração da iniciativa privada de apenas alguns e não de muitos.
 
Wilson Galeano em 05/12/2013 17:14:29
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