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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

07/12/2011 11:28

Garoto de programa matou homem em edifício durante briga por ciúme

Aline dos Santos e Francisco Júnior

A vítima foi enforcada com uma corda de varal e amarrado com fio de um ventilador

Ao confessar o crime, Christian disse que agiu em legítima defesa. (Foto: João Garrigó)Ao confessar o crime, Christian disse que agiu em legítima defesa. (Foto: João Garrigó)

Preso no último domingo, o garoto de programa Christian Rodrigues Simplício, de 18 anos, afirma que matou Onivaldo Rocha Mengual, de 47 anos, durante uma briga por ciúmes.

O crime foi cometido na noite de terça-feira, dia 29 de novembro, e o corpo da vítima foi encontrado dois dias depois. Onivaldo Mengual foi morto em seu apartamento, no edifício Trípoli, localizado na rua 13 de Maio.

A vítima foi enforcada com uma corda de varal e amarrado com fio de um ventilador. Ao confessar o crime na delegacia, o preso disse que agiu em legítima defesa, pois era mantido em cárcere privado por Onivaldo, que não permitia que o jovem fizesse programas.

Contudo, o delegado da 1ª delegacia, Welligton Oliveira, afirma que as investigações apontam que o autor saía para comprar cigarros e entorpecente. Christian e a vítima moravam juntos há três meses.

Porém, uma semana antes do crime, as crises de ciúme teriam se intensificado. À polícia, o preso disse que teve uma briga bem séria e Onivaldo o ameaçou com uma faca e ele reagiu.

Para o delegado, a versão do autor não é compatível com as condições de saúde da vítima, que havia sofrido um infarto recentemente e estava bastante debilitado. “A vítima não tinha movimentos que permitissem prender o rapaz dentro de casa”, enfatiza Welligton Oliveira.

Mórbido – Após matar Onivaldo e deixar o corpo ao lado da cama box, Christian relata que só deixou o apartamento na noite do dia seguinte. Ele foi até a casa de uma amiga e emprestou R$ 20. O autor ainda voltou ao apartamento, tomou um banho e foi embora. O delegado salienta que ele agiu com frieza e requintes de crueldade.

Christian foi encontrado perambulando pela avenida Costa e Silva, próximo a ponto de prostituição de travestis.

À imprensa, o jovem mudou a versão dada em depoimento, negou ser garoto de programa e o envolvimento amoroso com a vítima. Segundo ele, Onivaldo era como um pai. O autor conta que ambos eram usuários de maconha e pasta base. A justiça decretou a prisão temporária do autor.

Travesti – A Polícia Civil ainda tenta esclarecer a presença de uma travesti no local do crime. Quando o corpo foi encontrado, no dia primeiro de dezembro, a zeladora do prédio disse que viu uma travesti em cima da cama.

Ela desceu para chamar uma amiga e, quando retornou, a travesti não estava mais no quarto. “Não consegui chegar até essa travesti, identificada como Paula”, afirma o delegado. Ele entrou em contato com a Associação das Travestis e foi informado que nenhuma das cadastradas tinha esse nome.

Segundo o delegado, até o momento, a investigação aponta que não havia outra pessoa no local do crime.



Uma pena um garoto bonito como esse fazer uma coisa dessa. Mas como dizedm os mais velhos beleza não poem mesa.Esse não havia necessidade de fazer essas coisas. Porem as dorgas e a promisquidade levam para esse caminho. Que el seja ponido de acordo com a lei dos homem e depois com a lei de Deus. E que esse endividuo que desencarnou tenha amparo espiritual, Deve ter sido uma morte muito deprimente.
 
Jean Carlos Francisco em 08/12/2011 04:53:09
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