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Capital

Há apenas 5,5% de vagas livres em leitos de UTI para covid na Capital

Principais hospitais operam com capacidade máxima para pacientes de covid-19

Por Guilherme Correia | 05/03/2021 07:24
Unidades de terapia intensiva em hospital de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Ilustrativa)
Unidades de terapia intensiva em hospital de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Ilustrativa)

Nesta quinta-feira (4), 94,5% dos leitos de terapia intensiva destinados a pacientes com SRAG (Síndrome Rara Aguda Grave) e/ou covid-19 estavam ocupados em hospitais públicos e privados de Campo Grande, o equivalente a 5,5% livres.

O HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), conforme o painel Mais Saúde, tem 83 vagas destinadas a esses quadros clínicos, mas há 85 pacientes. O Hospital da Unimed tem 30 vagas e 27 pacientes internados, enquanto o Hospital Adventista do Pênfigo tem 21 vagas e 22 estão preenchidas.

Em meados de dezembro, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, mencionou que algumas unidades poderiam estar com divergências numéricas devido a leitos que ainda não foram oficializados pelo Ministério da Saúde.

Além disso, no geral, quase 86% dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) estavam preenchidos. Ou seja, vagas hospitalares destinadas à pacientes com ou sem coronavírus.

Os leitos clínicos - utilizados em casos menos graves de doenças - tinham taxa de ocupação de aproximadamente 90%.

Na comparação de sete em sete dias, a lotação hospitalar na Capital tem apresentado um significativo crescimento. É importante lembrar que essa conta é feita somando todos os leitos de todas as unidades de saúde, e comparando ao total de vagas preenchidas.

No Estado - Contabilizando todos os hospitais de Mato Grosso do Sul, 57% dos leitos clínicos e 84,6% dos leitos de UTI estavam ocupados nesta sexta-feira, com pacientes de quaisquer complicações.

Apenas para leitos destinados a casos de SRAG e covid-19, 45% dos clínicos e 87% das UTI's estavam com vagas preenchidas por pacientes desses agravos respiratórios.

Os dados são do painel Mais Saúde, plataforma vinculada ao governo estadual para monitoramento dos leitos hospitalares de todo Estado. Clique aqui para acessar a página.

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