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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

08/08/2011 17:45

Hospital São Lucas se livra de indenização de R$ 11 mil a paciente

Ângela Kempfer

O Hospital Infantil São Lucas conseguiu reverter na Justiça decisão que o obrigava a pagar R$ 137,00 por danos materiais e de R$ 10.9 mil por danos morais à família que teve de pagar por consulta de especialista que não integra os quadros do hospital.

A criança tem plano de saúde da Unimed, mas durante plantão de sábado precisou de atendimento de otorrinolaringologista, que não é oferecido no São Lucas.

A menina de 2 anos foi atendida pelo médico de plantão, que encontrou um inseto morto no ouvido da criança e fez o encaminhamento para o especialista.

Apesar de não ter o otorrinolaringologista no hospital, o médico ofereceu a estrutura do São Lucas, segundo alegação da defesa, para que a criança fosse atendida.

O hospital garante que informou que o otorrinolaringologista deveria ser pago pela consulta, por se tratar de atendimento particular, mesmo sendo o médico indicado pelo hospital credenciado na Unimed.

Preocupada, a mãe aceitou as condições e pagou R$ 120,00 pela consulta e mais R$ 90,00 pela retirada do inseto, mas no dia seguinte ingressou com ação pedindo o ressarcimento pelos danos materiais, por cobrança indevida, e danos morais, pelo constrangimento que passou diante da conduta do hospital.

Ela conseguiu a indenização em primeiro grau, mas o São Lucas recorreu e o Tribunal de Justiça anulou a sentença.

Na avaliação do relator, o desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva, a cobrança de consulta particular por médico conveniado à Unimed, ainda que se trate de cobrança indevida em razão de a paciente possuir plano particular que cobre o serviço prestado, não gera dever de indenizar do hospital, que apenas sugeriu o nome do médico e disponibilizou suas instalações para a consulta, não obtendo o hospital nenhum lucro pela cobrança indevida da consulta.



Sempre que passo em frente ao hospital infantil São Lucas, fico agradecida por eles terem salvo meu filhinho, hoje meu filho é um grande homem em todos os sentidos, isso foi lá em 1980, ele chegou quase morto de Miranda, fomos tão bem atendidos. Que pena que a prioridade mudou, tudo mudou, hoje o que conta é o tempo e o dinheiro. Que pena!
 
Neuci Augusta Fonseca em 16/09/2011 09:48:53
Acho que esta decisão é mais um caso de desrespeito ao consumidor.Pois não importa se você tem plano de saúde ou não,na hora que você prescisa de um médico dificilmente você é bem tratado,eu mesmo já esperei 04 horas para ser atendido neste Hospital.Médico não é Deus,é um prestador de serviço como qualquer outra classe,com a diferença que lida com vidas humanas por isso tem que ser mais responsável.
 
edmur penedo em 08/08/2011 09:16:35
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