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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/01/2015 10:16

Índice de chuvas para janeiro não deve ser atingido na Capital

Flávia Lima
Dias chuvosos em Campo Grande devem continuar ocorrendo até o final de semana. (Foto:Arquivo Campo Grande News)Dias chuvosos em Campo Grande devem continuar ocorrendo até o final de semana. (Foto:Arquivo Campo Grande News)

Ao contrário de dezembro, quando as chuvas em Campo Grande superaram em 61,94% o esperado para o período, em janeiro o quadro não deve se repetir e, sequer atingir a média histórica para o primeiro mês do ano. Desde a primeira semana de janeiro já choveu em Campo Grande, 77,8 milímetros, segundo dados do Cemtec (Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos).

O montante, porém, não deve chegar ao esperado para o período, que é de 231,9 milímetros. Segundo a meteorologista Cátia Braga, do Cemtec, o motivo é um sistema de alta pressão, que está influenciando o clima em todo o país.

Apesar de não estar muito ativo na região Centro Oeste, Cátia explica que ele impede a formação de nuvens e, consequentemente, as precipitações, por isso, as chuvas vem acontecendo de forma esparsa e localizada, como as ocorridas na manhã desta quarta-feira (14), na Capital.

Esse sistema também provoca o mormaço e temperaturas elevadas, sentidas nas últimas duas semanas. Com o volume de chuvas baixo, a média das altas temperaturas tem sido em torno de 32ºC, índice que deve ser registrado até domingo em Campo Grande. Ainda hoje há possibilidade de mais chuvas em pontos isolados, mas sempre rápidas e menos intensas.

Na manhã de hoje, choveu 29,8 milímetros na Capital. Apesar do fenômeno afetar todo o Mato Grosso do Sul, em Coxim uma forte tempestade na noite passada teve ventos de até 114 km/h. Segundo Cátia, essa é uma característica típica do verão, com chuvas a qualquer hora do dia, ás vezes em forma de tempestades.

De acordo com o Inmet, (Instituto Nacional de Meteorologia), o grande volume de chuvas do mês passado aconteceu devido principalmente à presença de uma corrente de ar quente e úmido da Amazônia. Essa corrente de ar, em conjunto com a passagem de frentes frias, forma episódios de uma chamada Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que é um sistema responsável por provocar vários dias de tempo nublado e chuvas persistentes que amenizam o calor.

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