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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

09/01/2014 13:38

Jovem "agredida" obteve alta e Polícia aguarda autorização para depoimento

Graziela Rezende
Jovem obteve alta hospitalar hoje. Foto: Divulgação FamiliarJovem obteve alta hospitalar hoje. Foto: Divulgação Familiar

A Polícia aguarda apenas o consentimento da família de Giovanna Nantes Tresse de Oliveira, 18 anos, para realizar o seu depoimento. Ela seria vítima de agressão no réveillon, no qual o seu namorado Matheus Georges Zadra Tannous, 19, é o principal suspeito.

Segundo a delegada Rosely Molina, responsável pelas investigações, os parentes da vítima disseram que ela ainda não está totalmente recuperada e que não se lembra do que ocorreu no dia dos fatos.

“Vamos aguardar o momento certo para a oitiva”, disse a delegada. Nesta quinta-feira (9), por volta das 9h, a jovem obteve alta médica, de acordo com a assessoria de comunicação da Santa Casa.

Já o namorado da jovem, que teve o mandado de prisão preventiva expedido às 13h de ontem, já é considerado foragido da Justiça. Ele prestou depoimento na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), na tarde da terça-feira, e prometeu se apresentar novamente.

O caso – Giovanna foi internada na madrugada do dia 1º de janeiro, com quatro fraturas no rosto, duas no maxilar e duas abaixo do olho direito, sendo que passou por cirurgia e está estável. A mãe da jovem acredita que ela tenha sido agredida pelo namorado. A vítima permanece sob cuidados médicos na enfermaria do hospital.



Ao menos 30% das mulheres do nosso país sofrem, TODOS OS DIAS, algum tipo de violência. Destas, são muito comuns os casos de reincidência da violência (voltar com o cara ou fazer-se silenciosa sua dor) por um único motivo: medo. Isso é pesquisa, tá comprovado por pesquisa acadêmica de campo. Medo: só quem já sentiu isso na pele e pior ainda sentir medo de quem ama, sabe como é.
Basta de culpar a vítima e procuremos os culpados que, ao contrário do que muitos pensam ou estão divulgando sobre esse caso, não são os homens em si e sim o modelo de sociedade que está baseado na normalidade deste tipo de ação!
Esse caso só está esquisito pela proteção que está sendo dada pra esse menino. A sociedade cobra mas atrás das grades é que ele não está. SERÁ que é por que é filhinho de médico? Haha
 
Marina Duarte em 09/01/2014 22:07:20
Ahh vaa vem me dizer que não lembra da agressão???? Mas lembrar que bebeu, isso sim ela lembra.... Essa história esta muito mal contada....
 
Bruna Souza em 09/01/2014 16:07:21
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