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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

19/04/2016 11:00

Jovem vai à polícia, diz que matou para se defender e deve ser liberado

Viviane Oliveira e Guilherme Henri
Depois do crime, a casa do suspeito foi incendiada. (Foto: Guilherme Henri) Depois do crime, a casa do suspeito foi incendiada. (Foto: Guilherme Henri)
Delegado Jairo afirma que tanto o suspeito, quanto a vítima têm várias passagens pela polícia. (Foto: Fernando Antunes) Delegado Jairo afirma que tanto o suspeito, quanto a vítima têm várias passagens pela polícia. (Foto: Fernando Antunes)

Suspeito de matar o vizinho a tiros na tarde de domingo (17), Bruno Murer Chaves, 19 anos, se apresentou na manhã desta terça-feira (19) na 5ª Delegacia de Polícia Civil, em Campo Grande. Acompanhado de um advogado, o rapaz confessou que matou Thalisson Roberto Camargo Coletti, 20 anos, para se defender, pois minutos antes do crime, a vítima teria o ameaçado.

Conforme o delegado Jairo Carlos Mendes, Bruno só se apresentou porque se sentiu acuado, sabia que ia ser preso. Durante depoimento, o rapaz relatou que matou porque minutos antes do crime o vizinho o ameaçou de morte.

Ele, então, foi em casa buscou um revólver e atirou na vítima. Os dois tinham uma rixa antiga. “Está evidente que é uma briga de marginais. Os dois têm uma extensa ficha criminal na polícia”, afirma a autoridade policial.

Ainda de acordo com Jairo, depois de ser ouvido, o jovem deve ser liberado, porque já passou o flagrante. “A gente vai pedir a prisão preventiva dele. O rapaz tem várias passagens por roubo, tentativa de homicídio e ameaça”.

O crime ocorreu na tarde de domingo (17), na Rua Sol Nascente, no Jardim Nhanhá. Thalisson, conhecido como Neguinho, foi atingido na região da barriga e do peito. Durante a madrugada, a casa do suspeito, que fica na mesma via, foi incendiada. “A gente ainda não tem informação se o incêndio foi cometido por vingança”, diz o delegado.

Resolução - Segundo Jairo, o índice de resolução de homicídio na 5ª delegacia é de 94%, enquanto a média do Estado é de 67% e a nacional não chega a 20%.



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