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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/06/2012 06:52

Julgado nesta terça-feira homem que esfaqueou crianças e ex-sogra

Nadyenka Castro

Izaelso Júnior Soares de Moraes, 27 anos, é acusado de tentativa de homicídio duplamente qualificada. Ele está preso. O crime aconteceu em agosto do ano passado

Vai a júri popular a partir das 8 horas desta terça-feira, em Campo Grande, Izaelso Júnior Soares de Moraes, 27 anos, que no dia 14 de agosto do ano passado, tentou matar a facadas a ex-sogra e duas crianças.

Izaelso é acusado de tentativa de homicídio duplamente qualificada: pelo motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. A defesa de Izaelso não concorda com as qualificadoras, que podem agravar a pena.

O crime aconteceu na casa da ex-companheira dele Lucimar Barros Giroto, na Vila Nhá-Nhá. O acusado não aceitava o fim do relacionamento.

Por volta da 1h30min do dia 14 de agosto (domingo), Izaelso desligou a chave de energia da residência, e, como ainda tinha as chaves dos cadeados, abriu e entrou na casa, foi até a cozinha e pegou uma faca.

Estava escuro e a primeira pessoa que ele encontrou foi a ex-sogra, Dinorá Barros Giroto.

Ela foi ferida com seis golpes na região do rosto, seio direito e pescoço. Dinorá gritou por socorro e acordou a neta, de 11 anos. A segunda vítima de Izaelso.

A menina foi atingida nos braços e costas e ainda foi jogada contra uma mureta, onde bateu a cabeça e ficou desmaiada por alguns segundos.

A terceira vítima do acusado foi o filho mais novo da ex-companheira. A criança, de apenas três anos na época, estava no quarto, acordando e descendo da cama. O menino foi ferido nos braços e nas costas.

Enquanto feria as pessoas, Izaelso procurava a ex-companheira, que se trancou no banheiro. A menina de 11 anos começou a gritar e, com medo da reação dos vizinhos, o agressor fugiu.

Todos foram socorridos para a Santa Casa. Os irmãos receberam alta ainda no domingo e Dinorá três dias depois. Izaelso foi preso quatro dias depois. Ele foi encontrado escondido dentro do guarda-roupa da casa de uma tia, no Jardim Tarumã.



Se estivessemos num país sério, com uma justiça honesta e com leis sérias em que os marginais tivessem o castigo merecido, num caso dessa natureza e pela gravidade, covardia, e sobretudo pela falta de motivos, esse canalha ficaria o resto de seus dias preso, mas preso mesmo, e não numa colonia de ferias que se transformaram as cadeias no Brasil. Quem viu as pessoas esfaqueadas diraim o mesmo
 
Horlando P. de Mattos em 26/06/2012 08:58:17
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