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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/06/2011 15:02

Marcha da Liberdade em Campo Grande terá várias bandeiras

Angela Kempfer

O movimento que surgiu como Marcha da Maconha em São Paulo e no Distrito Federal ganhou outro nome no País e em Mato Grosso do Sul terá várias bandeiras no dia 18 de junho.

Entidades que organizam a "Marcha da Liberdade" em Campo Grande garantem que o ato é apartidário e listam como motivos para a passeata a luta por políticas culturais, contra a homofobia, pela demarcação de terras indígenas e até por questões pontuais, como a revitalização do centro da cidade.

Os manifestantes também esperam alerta a sociedade sobre o desmatamento do cerrado e das florestas.

“Entendemos que o Estado de Mato Grosso do Sul vem atravessando transformações importantes que precisam ser discutidos, pensadas e refletidas por todos nós, que vivemos nesse estado”, defendem os organizadores.

A concentração será às 9 horas, na Praça Ary Coelho, uma escolha feita com critérios, garante o movimento, por ser espaço de “efervescência, a praça reflete muito de nossa cidade: nos passos rápidos, nos jogos da melhor idade, no comércio, no tereré, na resistência. Estamos juntos hoje, pois queremos o direito de discutir democraticamente a Revitalização do Centro de Campo Grande. Queremos discutir como utilizar os espaços públicos abertos e fechados, ampliando a perspectiva para além do centro da cidade”.

O convite é feito a “todas as pessoas que ainda acreditam na liberdade de expressão efetiva e justa. Para todos os movimentos sociais, pela ética na política, por uma democracia realmente participativa, por justiça igualitária a qualquer cidadão, por terra, por casa, por trabalho e salário digno, por transparência nas instituições públicas, por menos impostos e tributos, pela liberdade de imprensa, pelos estudantes, pelos professores, pelas mães, e por uma vida melhor”.

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Não precisamos de marchas pela demarcação de mais terras indígenas. Precisamos de marcha contra o abandono dos índios nos MAIS QUE SUFICIENTES latifundios que já foram demarcados e entregues aos índios. Quem já esteve numa aldeia sabe bem que o indio não precisa de mais terra, precisa mesmo é ver o poder público atuando dentro das reservas. Esta MENTIRA de mais demarcações já não engana mais!
 
Alan de Lima em 20/06/2011 01:39:17
acho mais que justo essa marcha, liberdade e expressão a todos. pra mim a legalização ja deveria estar praticamente feita. antes fazer pra sociedade ver do que fazer escondido e ser descriminado.
 
Felipe Cardoso em 16/06/2011 06:38:13
marcha pela liberdade nada, e minha liberdade de não ter meus filhos no meio das drogas e homosexualismo? vou ter que criar meus filhos presos dentro de casa? eu tambem pago meus impostos e não aceito esse tipo de marcha.
 
geferson cabral em 14/06/2011 09:12:43
JUNTOS NA LUTA!!!! "O movimento luta por políticas culturais, contra a homofobia, pela demarcação de terras indígenas e questões pontuais, como a revitalização do centro da cidade".
Maconha não!!!
 
Andrea Alves em 14/06/2011 06:31:03
Qual parte do texto "O movimento luta por políticas culturais, contra a homofobia, pela demarcação de terras indígenas e questões pontuais, como a revitalização do centro da cidade" não está clara?
O manifesto NÃO é apologia à droga. Leia com atenção!
Vamos aprender a interpretar um texto antes de fazer comentários...rsrs
 
Jessy Maria em 14/06/2011 05:42:54
Movimentos sociais tecem lutas históricas legítimas, por reconhecimento e igualdade.
NÃO DEIXEM! serem usados por um grupo de defende a legalização de uma DROGA que destroi familias e vidas de uma parte da população que não possui plano de saúde e não dispõe de recurso para tratar de seus dependentes quimicos, vivendo em total desespero a margem da sociedade.
ACORDEM!!!
 
Adriano Pereira em 14/06/2011 04:42:21
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