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Campo Grande, Terça-feira, 25 de Setembro de 2018

29/05/2018 10:35

Menina achada ferida na rua ainda vai ser ouvida pela polícia

A vítima ainda não foi ouvida pela Depca e deve prestar depoimento na próxima semana

Geisy Garnes e Bruna Kaspary
Local em que a vítima foi encontrada por populares (Foto: Marta Ferreira)Local em que a vítima foi encontrada por populares (Foto: Marta Ferreira)

A adolescente de 13 anos encontrada ferida às margens do Córrego Sóter, na Avenida Nelly Martins, em Campo Grande, contou uma versão diferentes dos fatos a família. A menina ainda não foi ouvida oficialmente pela polícia e está passando por tratamento médico.

De acordo com a delegada responsável pelo caso, Marília de Brito, a vítima se “retratou parcialmente” para a mãe, e mudou pontos da primeira versão do crime, contada a Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros ainda no local em que foi resgatada. No entanto, ela não foi ouvida na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente).

Ainda conforme a delegada, a vítima passou por exames de corpo de delito e está tomando coquetel de medicamentos contra doenças sexualmente transmissíveis. “Os medicamentos são fortes e por isso vamos esperar pelo menos até a semana que vem para marcar a data do depoimento dela”, afirmou Marília.

O resultado do exame, segundo a delegada, fica pronto em 30 dias. “Às vezes o exame pode dar negativo, mas o caso ter acontecido. Não dá para vincular uma coisa a outra”, concluiu.

Caso - Para a Polícia Militar, a menina contou que voltava para casa, no Nova Bahia, quando foi abordada pelos autores. Segundo ela, os três suspeitos estavam de carro, quando pararam e a jogaram no banco de trás. Enquanto um dos autores segurava, um segundo cometeu o estupro.

Desesperada, a menina gritou por socorro e foi agredida pelos suspeito. Usando dois cadarços, os estupradores ainda tentaram matar a vítima enforcada. Para fugir, a menina afirmou que se fingiu de morta e por isso foi jogada pelo trio no córrego Sóter.

A jovem só foi resgatada horas depois, quando um grupo de pessoas a encontrarem na mata às margens do córrego. Ela ainda estava com os cadarços amarrados no pescoço. Ainda conforme a vítima, o motorista teria “assistido” ao estupro. Segundo a polícia, ainda não há suspeitos do crime.



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