A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

13/01/2011 12:15

Moradores monitoram altura do rio Anhanduí e temem nova enchente

Marcio Breda e Nadyenka Castro
Moradores observam nível do rio Anhanduí para dar alerta a vizinhos. Foto: João GarrigóMoradores observam nível do rio Anhanduí para "dar alerta" a vizinhos. Foto: João Garrigó

Moradores do bairro Guanandi, nas proximidades da Avenida Ernesto Geisel, em Campo Grande, estão monitorando constantemente a altura do rio Anhanduí para saber se será necessário abandonar as casas para evitar os riscos de enchente.

De acordo com os moradores, o monitoramento é uma das alternativas para que uma possível enchente não pegue ninguém de surpresa. “Tem que avisar o pessoal para sair das casas e do comércio se a água começar a passar o nível”, afirma Edson Tamazoto, de 51 anos.

Dono de uma oficina mecânica há seis anos na Avenida Ernesto Geisel, Edson explica que sempre que chove muito o rio se transforma em fonte de preocupação para quem vive ou trabalha nas margens.

O nível do Anhanduí esteve em um patamar mediano no começo da manhã, mas começou a subir. Apesar de oscilar de altura e assustar moradores, o rio não transbordou.

Para José Luiz de Andrade, de 29 anos, que mora a 100 metros do rio, em dias de muita chuva é importante acompanhar o nível do Anhanduí. “Semana passada a água chegou até minha casa. É bom sempre a gente ficar de olho”.

Rachaduras - Além da cheia do rio, quem mora ou trabalha nas margens do Anhanduí se preocupa com a pista da Ernesto Geisel, que vem apresentando rachaduras em locais de cheia.

Washington da Silva, de 41 anos, dono de um estabelecimento de peças e acessórios para motos na Ernesto Geisel, diz que sempre que chove a água empossa ao lado do meio fio da margem do rio. “Causa rachaduras no asfalto e gera infiltração. Meu medo é que isso cause futuras interdições na avenida”, revela.

Foto: João GarrigóFoto: João Garrigó
Foto: João GarrigóFoto: João Garrigó


Algumas obras enganam o povo, mas não as forças da natureza.
 
valter oliveira em 13/01/2011 12:33:51
Até quando vai continuar essas enchentes, ate quando os moradores da capital campograndense vai perder suas casas , seus moveis com enchente, as autoridades tem que fazer algo o mais rapido possivel, para que a revolta da populaçao nao seja maior.
 
leidiane brito em 13/01/2011 12:32:07
Nossa, até parece que estamos em São Paulo... com tanta coisa acontecendo... pois as estruturas das avenidas, ruas e etc, não foram feitas adequadamente para suportar dias de chuvas fortes e se fosse feitas melhores não estaria acontecendo esses desastres, não daria tanto problema, tudo isso é causada por infiltração que é de serviço mal feito. O PREFEITO.... vamos melhorar, larga a mão de economizar e vamos fazer algo melhor para a nossa CAPITAL.
 
Mirelli Marimoto em 13/01/2011 05:43:09
Cadê as providências para resolver de vez o problema? Chega de ficar cuidando apenas das consequências. Tem que resolver as causas do problema. Não sou "mãe Diná" mas do jeito que estou vendo, a Ernesto Geisel ficará totalmente intransitável antes de terminar o verão. E depois vão fazer obras de emergência sem licitação....
 
João André em 13/01/2011 03:04:09
Infelizmente o Prefeito Nelson Trad Filho está colhendo os péssimos frutos plantados pelos seus antecessores. E o pior é que a culpa cai sobre ele!!
 
Jussara Abreu em 13/01/2011 02:42:00
Fala para prefeito pegar de volta os R$ 39.000,000 que pagou pra demolir a casa de um pai de familia do buriti e manda arrumar essa vergonha de engenharia . furada que a 6 anos veem gastando na beira deste corrego e nada de arrumar.!!!!!http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/casa-no-buriti-e-demolida-para-obras-de-urbanizacao-do-corrego-lagoa
 
jorge antonio em 13/01/2011 01:36:21
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions