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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

11/03/2015 11:07

Motociclista não enxerga linha com cerol e sofre vários ferimentos no rosto

Flávia Lima
O enfermeiro teve vários cortes pelo rosto devido ao cerol. (Foto:Divulgação)O enfermeiro teve vários cortes pelo rosto devido ao cerol. (Foto:Divulgação)

O enfermeiro Augusto César Neves dos Santos, 36, foi vítima esta semana de uma brincadeira perigosa e que denuncia a falta de consciência de muitos jovens que insistem em soltar pipa com cerol na linha, prática comum nos bairros de Campo Grande.

Com ferimentos por todo o rosto, ele contou que foi surpreendido na noite de terça-feira (03) ao sair com sua moto da clínica veterinária onde também trabalha. Ao se aproximar da rua da Divisão, no bairro Aero Rancho, o enfermeiro acabou sendo atingido por uma linha de pipa com cerol. Apesar da região ser iluminada, Augusto não conseguiu visualizar a linha e acabou se ferindo.

“Eu estava indo embora tranquilo, pelo mesmo caminho que faço todos os dias. Passando ali perto do supermercado que inauguraram há pouco tempo senti algumas partes do meu rosto arderem e quando coloquei a mão já senti o sangue escorrendo. Sangrava muito, me desesperei, nem parei a moto e nem vi de onde veio aquela linha, só pensava em ir correndo para o posto”,explicou o leitor que mandou a história pelo whatsapp da redação do Campo Grande News.

Ao chegar no posto de saúde que fica na rua Raquel de Queiroz, no Aero Rancho, Augusto conta que foi atendido imediatamente e pode verificar que os cortes mais profundos foram no nariz, testa e olhos.

”Eu ainda tentei tirar a linha com a mão, mas já tinha cortado todo o meu rosto”, relatou. No dia seguinte ao acidente, o enfermeiro voltou ao local para mostrar as consequências do cerol aos rapazes que soltavam pipa, porém, o grupo de pelo menos dez homens, não deu muita importância para a situação, segundo ele.

“É preciso uma fiscalização, se for o caso que criem uma lei que obrigue o motociclista a ter a antena de proteção, ou que faça com que essas pessoas paguem de alguma forma, porque quem sempre sofre é o cidadão honesto”, reclamou. “Eu fiquei tão frustado, que enquanto não coloquei a antena de proteção na minha moto não conseguia pilotar, é uma situação muito grave, pensei que ia acabar morrendo, isso tem que parar”.desabafou o leitor.



Entendo o perigo, mas se ele estivesse de capacete, não teria o rosto cortado. Poderia até ter cortes no pescoço, mas o rosto seria poupado.
 
claudia ribeiro em 11/03/2015 13:22:37
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