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Capital

Mulher procura a polícia e diz ter sido estuprada embaixo de pontilhão

Vítima de 56 anos relatou ser do Pará e que está sozinha na cidade há cinco dias

Por Ana Paula Chuva | 13/04/2024 10:31
Pontilhão na Avenida Ministro João Arinos, região onde crime aconteceu (Foto: Juliano Almeida | Arquivo)
Pontilhão na Avenida Ministro João Arinos, região onde crime aconteceu (Foto: Juliano Almeida | Arquivo)

Mulher de 56 anos procurou a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) nesta sexta-feira (12) e denunciou ter sido estuprada por desconhecido. O crime teria acontecido na última quarta-feira (10) em matagal na região do Bairro Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande.

Por volta das 18h20 da sexta-feira, equipe da PM (Polícia Militar) foi acionada no CRS (Centro Regional de Saúde) Tiradentes, pela gerente da unidade. Aos policiais, a servidora contou que uma mulher havia sido encaminhada pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e afirmou ter sido violentada sexualmente.

Ela reclamava de dores na costela e durante o atendimento foram encontrada lesões na região genital e escoriações no cotovelo e cabeça. Depois de ser medicada, a mulher recebeu alta e foi encaminhada até a Deam onde prestou depoimento e o caso foi registrado.

No relato, a vítima contou que o crime teria acontecido no início da noite de quarta-feira. Ela relatou estar embaixo do pontilhão na Avenida Ministro João Arinos ingerindo bebida alcoolica quando um desconhecido chegou e os dois começaram a beber juntos. A mulher disse então que iria ao banheiro e o homem a acompanhou até uma área de matagal para “ninguém vê-la”.

Quando chegaram no local, o homem acendeu um cigarro e foi para cima da vítima. Ele então rasgou as roupas da mulher, deu um chute em sua costela e a derrubou no chão, momento em que ela bateu a cabeça. Em seguida, ele a estuprou. De acordo com a vítima, o autor estava com um canivete e dizia que a “furaria” caso não fizesse o que ele mandava.

Após o depoimento, ela foi encaminhada para exames no IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).  Depois levada para abrigo já que ela seria natural do Pará e estaria na cidade a apenas cinco dias sem nenhum familiar e sem local para morar. A mulher ainda entregou à polícia as roupas que usava no dia do crime.  O caso foi registrado como estupro e é investigado.

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