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Capital

Nome inspirado em 1982 coloca comerciante no meio de Brasil e Marrocos

Nome da empresa surgiu após o Mundial de 1982 e virou um capítulo curioso antes da estreia

Por Kamila Alcântara | 13/06/2026 07:33
Nome inspirado em 1982 coloca comerciante no meio de Brasil e Marrocos
Carlos Roberto nomeou sua floricultura em homenagem ao Marrocos (Foto: Paulo Francis)

Quando o Brasil entrar em campo neste sábado (13) contra o Marrocos, na estreia da Copa do Mundo de 2026, Carlos Roberto da Silva Rosa terá um motivo a mais para acompanhar a partida. Dono da Floricultura Marrocos, na Avenida Mato Grosso em Campo Grande, ele escolheu o nome do comércio há 44 anos, depois de se encantar com a seleção africana no Mundial de 1982.

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Carlos Roberto da Silva Rosa, dono da Floricultura Marrocos, em Campo Grande, escolheu o nome do estabelecimento há 44 anos em homenagem à seleção africana que o encantou na Copa do Mundo de 1982. Com o Brasil enfrentando Marrocos na estreia do Mundial de 2026, no sábado, o empresário admite que vai torcer para os dois lados: "Vou torcer para o Brasil, mas se o Marrocos fizer um gol também, seja bem-vindo."

A homenagem começou antes mesmo de a empresa se consolidar. Carlos conta que assistiu aos jogos daquele ano, gostou da história da equipe marroquina e decidiu que, quando tivesse o próprio negócio, usaria o nome Marrocos.

“Até hoje o pessoal fala: ‘Ah, você é marroquino?’. Eu sempre explico que não. Foi porque eu assisti à Copa. Era um time pequeno, humilde, achei bonito e pensei: quando abrir minha empresa, vou colocar o nome de Marrocos”, relembra.

O tempo passou, a floricultura cresceu e o nome virou parte da trajetória do empresário. Segundo ele, a escolha trouxe sorte, reconhecimento e marcou a vida profissional da família. “Só tenho gratidão. Tudo que eu tenho foi ganhado ali”, resume.

Agora, mais de quatro décadas depois, Brasil e Marrocos estarão frente a frente em jogo oficial. Carlos admite que a torcida terá um pouco de diplomacia, daquelas que nem o VAR resolve.

Nome inspirado em 1982 coloca comerciante no meio de Brasil e Marrocos
Estabelecimento ficou consolidade no ramo (Foto: Arquivo Campo Grande News)

“Eu vou torcer para o Brasil, porque eu sou brasileiro, mas também vou torcer para o Marrocos. Vou ficar no meio, porque tenho gratidão pelo nome Marrocos. A empresa tem 44 anos e graças a Deus deu certo”, comenta.

Apesar da ligação afetiva com a seleção que inspirou o nome da floricultura, ele garante que o coração brasileiro fala mais alto. Ainda assim, não promete fechar a cara caso o adversário balance a rede. “Vou torcer para o Brasil, mas se o Marrocos fizer um golzinho lá também, seja bem-vindo”, brinca.


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