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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

14/04/2016 10:45

Ordem para ataques na Capital saiu de dentro de presídio, diz PM

Natalia Yahn e Guilherme Henri
Ônibus de igreja ficou totalmente destruído. (Foto: Marcos Ermínio)Ônibus de igreja ficou totalmente destruído. (Foto: Marcos Ermínio)
O segundo ônibus foi incendiado na Rua Hafan Felício, no Jardim Campo Nobre. O veículo pertence a uma igreja e hoje (14) de manhã ainda estava no local. (Foto: Marcos Ermínio)O segundo ônibus foi incendiado na Rua Hafan Felício, no Jardim Campo Nobre. O veículo pertence a uma igreja e hoje (14) de manhã ainda estava no local. (Foto: Marcos Ermínio)

A ordem para os ataques aos ônibus em Campo Grande, além de princípios de motim em outros seis municípios do interior de Mato Grosso do Sul, partiu de dentro do Estabelecimento Penal de Segurança Máxima, na Capital.

A confirmação é do subcomandante do Comando Geral da Polícia Militar do Estado, Francisco Assis Ovelar, e do comandante do Batalhão de Choque, tenente coronel Marcos Paulo, que concederam uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (14), na sede do Comando Geral, no Parque dos Poderes.

O preso que deu a ordem para os ataques também foi identificado, mas a PM não informou se ele é realmente integrante do PCC (Primeiro Comandado da Capital), facção criminosa que tem membros nos presídios do Estado.

Esta é a primeira vez, de acordo com a PM, que ataques como este acontecem no Estado. A polícia também confirmou que tanto na Capital como no interior as ações foram realizadas em represália a “Operação Pente Fino”, que aconteceu ontem (13) na penitenciária.

Novos ataques podem acontecer, por isso a PM afirmou que equipes continuam na rua para obter mais informações sobre os atentados e evitar que outros aconteçam. "Toda a polícia está em alerta. O serviço de inteligência está na rua para levantar dados e evitar novos ataques", afirmou Ovelar.

No interior os motins acoteceram nos presídios de Três Lagoas, Ponta Porã, Dourados, Corumbá e Dois Irmão do Buriti.

Prisões e ataque - Até agora três homens foram presos e três adolescentes apreendidos - sendo uma mulher -, na região do Bairro São Conrado, suspeitos de ligação com os ataques aos ônibus, na madrugada de hoje (14). As ações aconteceram em bairros da região Sul, em Campo Grande. A PM informou que procura agora pelo sétimo envolvido no crime, que também foi identificado, mas ainda não está preso.

Jean Barros Pierre, 39 anos, o filho dele, Adrian Pierre, 18 anos, e Jéferson Ricardo Oliveira, 20 anos, foram encaminhados à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga.

Eles foram encontrados após entrevistas com os passageiros e o motorista do ônibus incendiado no Aero Rancho. O condutor afirmou que o criminoso estava no veículo, como passageiro, atirou e mandou que todos saíssem. Em seguida o homem ateou fogo no ônibus. Após a prisão dele a polícia chegou aos demais integrantes do grupo, responsáveis pelos ataques.

Durante a madrugada, dois ônibus foram incendiados e um apedrejado. Em um dos casos de incêndio, as chamas atingiram a fiação elétrica da rede de energia.

O primeiro caso ocorreu na Rua Expedicionário Alcindo Jardim Chagas, no Jardim Aero Rancho. A empresária Cristiane Reis, 36 anos, moradora no local, ouviu do motorista do ônibus que dois homens encapuzados e armados abordaram o coletivo, que seguia no sentido Centro. O condutor e os passageiros foram obrigados a descer, enquanto os dois jogaram gasolina e atearam fogo. “Em questão de minutos, o ônibus foi consumido pelas chamas e teve até explosão”.



POR QUE POLICIAL Ganha diferente de um cidadão de bem comum? Se na hora de morrer todo mundo é igual perante um criminoso(a) hediondo? O que vale é o período de vida, e não a periculosidade humana. NINGUÉM JUSTIFICA as diferenças sociais e financeiras. Pois A FINANÇA DO BRASIL É BASEADA EM ALCOOLISMO, DISTÚRBIOS SOCIAIS, REMÉDIOS E HOSPITAIS SUPERLOTADOS pelo mesmo ciclo causado pelo alcoolismo que geram distúrbios sociais para usar remédios (DROGAS, Não interessa se é lícita ou ilícita) e por fim hospitais para AMPUTAR, CUIDAR DE POLITRAUMÁTICOS, BALEADOS em BRIGAS EM BARES E ENTERRAR OS MORTOS.

É o país que adora definições, mas dá um f*da-se p/ raíz dos problemas, falam apenas dos meios pro fim.
 
Guilherme de Almeida Santos em 15/04/2016 03:22:45
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