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Campo Grande, Segunda-feira, 26 de Junho de 2017

11/01/2017 06:38

Pai e filho que sobreviveram a tiros de PRF participam da reconstituição

Viviane Oliveira e Rafael Ribeiro
Do lado direto, Aguinaldo aponta e dá detalhes sobre o dia do crime. (Foto: Marcos Ermínio) Do lado direto, Aguinaldo aponta e dá detalhes sobre o dia do crime. (Foto: Marcos Ermínio)

O supervisor comercial Agnaldo Espinosa da Silva, 48 anos, e o filho dele de 17 anos, que ficaram feridos no dia do crime, participam de reconstituição do assassinato do empresário Adriano Correia do Nascimento, 33 anos, morto a tiros no último dia 31 de dezembro pelo policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon, 47.

O policial Moon, conhecido como 'Coreia' também participa da reconstituição. Os trabalhos começaram por volta das 5h20 na avenida Ernesto Geisel, na região central.

Por conta da reconstituição, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) interditou a via nos dois sentidos entre as ruas João Rosa Pires e 15 de Novembro, pegando de surpresa moradores e trabalhadores da região. Alguns mais curiosos pararam para acompanhar os trabalhos ao lado dos jornalistas. Ruas de acesso a Ernesto Geisel também foram fechadas nos dois sentidos.

Perícia - Delegados e investigadores do 1° DP (Centro), responsável pela apuração do caso, encenavam até a conclusão desta reportagem o suposto acidente de trânsito que teria dado origem ao crime.

Os amigos do empresário apontaram os locais onde teriam fechado a Mitsubishi Pajero prata de 'Coreia' com a Hilux branca onde estavam, na altura da rua Pimenta Bueno.

Após os peritos medirem distância e tempo, cerca de 40 minutos depois as equipes seguiram para o cruzamento com a rua 26 de Agosto e continuavam o trabalho, que deve perdurar durante toda a manhã com a encenação dos tiros dados por Moon.

Prisão - Ricardo foi preso no dia 31 e, 24 horas depois, foi solto. Porém, voltou para a prisão no dia 5 de janeiro após pedido do MPE (Ministério Publico Estadual).

A ordem para prender foi dada pelo mesmo juiz que tinha determinado a soltura do policial. O crime, no último dia de 2016, chocou a cidade e protagonizou polêmica entre OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil) e Poder Judiciário. Em seu depoimento, Moon disse que agiu em legítima defesa.




Acho uma falta de consideração da polícia com o trabalhador,no caso dessa reconstituição, as pessoas indo trabalhar e aquela bagunça, acho um pouco tardio esse empenho, enfim difícil ficar dando volta no ônibus, não tinha necessidade de fechar tantas ruas, esperamos que não necessite de mais uma nova né!!!!
 
ROSILENE em 11/01/2017 07:06:27
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