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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

20/12/2012 17:12

Para família, atuação da polícia piorou crise que resultou em assassinato

Nícholas Vasconcelos e Viviane Oliveira
Vítima é velada na casa onde morava o filho acusado do assassinato.  (Foto: Rodrigo Pazinato)Vítima é velada na casa onde morava o filho acusado do assassinato. (Foto: Rodrigo Pazinato)

A família de Marco Alves Martins, 56 anos, morto pelo filho nesta quarta-feira (19) no bairro Los Angeles disse que a atuação da PM (Polícia Militar) piorou a crise entre os dois que resultou no homicídio. Os familiares dizem que o assassino, Marcos Aurélio Aquino Martins, 28 anos, foi agredido por uma guarnição da polícia, mas foi solto em seguida.

Pai e filho moravam na mesma rua, a Capistrano de Abreu, um em frente à casa do outro. A vítima é velada na casa onde o acusado pela morte morava.

Segundo Mário Márcio Aquino Martins, 28 anos, os policiais estiveram no local e bateram no rapaz. Depois de liberado pelos policiais, o acusado voltou e prometeu matar o pai.

Mário disse que ele e o pai ligaram pelo menos dez vezes para o telefone 190, mas não foram atendidos.

A briga começou porque Marcos fez trabalhos de servente de pedreiro para um vizinho, mas que não recebeu. Ele então começou a agredir o que havia contratado e o pai resolveu intervir, mas acabou agredido também. De acordo com os familiares o dinheiro seria usado para comprar drogas.

Há 20 dias uma das brigas entre pai e filho terminou com o homem com o braço ferido. Marco ainda estava com o braço enfaixado quando foi morto.O rapaz também agrediu a mãe que estava com leucemia. Ela acabou morrendo dois dias depois.

“Ele se transformava em outra pessoa quando estava sob efeito de alcool e drogas”, contou Mário. O irmão dele é usuário de pasta base e maconha há quatro anos, além de beber em excesso.

Mário diz ter medo que irmão seja solto e possa cometer outro crime. (Foto: Rodrigo Pazinato)Mário diz ter medo que irmão seja solto e possa cometer outro crime. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Depois da briga, a vítima foi até um bar, chegou a desviar de caminho para voltar para casa e na volta encontrou o filho. Marcos Aurélio então se aproximou e esfaqueou o pai, que tentou se defender e foi golpeado mais duas vezes. Já caído, o rapaz desferiu mais duas facadas.

“Cansei de ver os dois brigarem e esperava que fosse dar em morte. Eles se desrespeitavam e não tinha medo um do outro”, contou o vizinho Luciano de Souza Machado, 59 anos.

O tio do morto, Josilvo Oliveira Batista, 47 anos, também disse que o sobrinho era tranquilo e ficava alterado quando se drogava. “Quando não estava sob efeito de drogas era prestativo, fica agressivo quando estava usando”, afirmou. Nos últimos dias ele usava drogas e bebia sem parar.

Tanto Mário quanto Josilvo disseram que têm medo de que Marcos seja solto, já que ele disse não ter se arrependido de ter matado o pai. Mário, que morava com o assassino, disse que já apanhou dele.

O Campo Grande News entrou em contato com o Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança) para saber a respeito da demora alegada pela família e a informação do diretor do Centro, o delegado Fernando Lousada, é de que será feito um levantamento para saber se houve atendimento anterior e os motivos do atraso.

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Tem que recomendar essa família que da próxima vez que houver conflito que chamem o Batman ou o Superman, daí então não terão mais problemas. Ficam chamando a polícia e é nisso que dá. Criam um verme desses que não respeita ninguém e depois ficam reclamando. Se alguem tem culpa nisso é a família que não educou ou então não eliminou quando viu que não dava conta, agora não adianta chora não. Chupa que é de uva.
 
Antonio de Almeida em 21/12/2012 10:03:32
COMO LEITOR DA BÍBLIA EU ENTENDO QUE A MALDADE É DO DIABO, MAS QUEM PRATICA SÃOS OS HOMENS, NÃO SEI PORQUE SEMPRE ATRIBUEM A CULPA PARA A POLÍCIA, EU CREIO QUE ISTO É FALTA DE DEUS NO CORAÇÃO.
 
jorge ferreira em 20/12/2012 23:55:52
A culpa é da polícia.
Dependente químico, agredia a mãe, o tio e o irmão tem medo dele ser solto, já que ele fala que não está arrependido, e o vizinho "cansou de ver brigas entre eles", e faz 20 dias o mesmo tinha esfaqueado o pai.
A culpa é de quem mesmo?
 
Adriano Magalhães em 20/12/2012 19:03:58
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