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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

02/12/2013 12:28

Para presidente da Santa Casa, construir Hospital Municipal é “equívoco”

Aline dos Santos e Kleber Clajus
Segundo Teslenco, Capital precisa é de pronto-socorro. (Foto: Marcos Ermínio)Segundo Teslenco, Capital precisa é de pronto-socorro. (Foto: Marcos Ermínio)

O projeto para construção de um Hospital Municipal foi classificado como equívoco pelo diretor-presidente da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande), Wilson Teslenco. O grupo administra a Santa Casa.

“O município precisa ficar com o pronto-socorro e a Santa Casa faz os demais atendimentos. Não haveria necessidade de mais um hospital”, salienta Teslenco. Ele defende a criação de um pronto-socorro municipal.

Nesta segunda-feira, Teslenco participou de reunião com o governador André Puccinelli (PMDB), mas não revelou o teor do encontro. O Hospital Municipal deve ser de médio porte, com 250 leitos.

De acordo com a Prefeitura, o projeto demandaria investimento de R$ 112 milhões. Desse total, R$ 41 milhões serão assegurados por emenda do senador Delcídio do Amaral (PT). O governo federal entraria com mais R$ 14 milhões.

A Prefeitura previu uma contrapartida de apenas R$ 300 mil no Orçamento de Campo Grande para 2014. Desta forma, ainda faltariam R$ 57 milhões para a obra. O hospital deve ser construído na avenida Tamandaré, mediante permuta com o Exército.



MS atende pessoas de interior do PR,SP que entram pelas cidades fronteriças. os moradores de MT,RO,AM, chegam aos montes em virtude do estado precário dos grandes hospitais de seus estados e não bastando isso atendemos bolivianos e paraguaios que buscam acesso ao nosso sistema de saúde. resumindo o sistema está sobrecarregado,mas no geral atende com qualidade quem precisa apesar das dificuldades.Portanto a solução seria como um dos amigos acima disse é a estruturação dos hospitais do interior para diminuir a demanda em CG, e ao defender a não construção do hospital e sim a criação de um pronto-socorro municipal, o objetivo é deixar os grande hospitais ( HU, HR,SC), PARA REALIZAR ATENDIMENTOS COMPLEXOS, e não ficar dando pontinhos ou tratando viroses e que ocupam leitos de pacientes graves
 
emerson leite em 01/01/2014 15:07:32
o problema de se discutir os problemas da saúde e que não se conheçe a realidade da saúde em Campo Grande. mas vamos lá, vou tentar dar um retrato.
sou associado a unimed e nunca consigo ser atentido em menos de 3 horas nos prontos-socorros quando preciso e consultas chegam a levar 40 dias para ser agendada dependendo da especialidade. Portanto a espera é algo que está presente independente do setor privado ou público, portanto vejo muita reclamação, mais mostrarei que nosso sistema é bom. sei das realidades de setor privado pois tenho parentes ligados ao setor de sáude público de campo grande e vou retratar o cenário que acontece hoje em Campo Grande:
Campo Grande tem de atender todo sua população, todos os atendimentos do interior de MS, em casos de média e alta complexidade, continua..
 
emerson leite em 01/01/2014 14:51:42
Apenas uma correção. Essa Emenda de Bancada/2013 foi articulada e destinada por 3 parlamentares: senador Delcídio - PT, deputado Biffi - PT e deputado Marçal - PMDB. E para 2014 além da Emenda de Bancada, vários parlamentares estão destinando 1 milhão de reais (emenda individual), entre eles o dep. Biffi, com o qual trabalho. Obrigado. Darlan
 
Darlan B. Mougenot em 02/12/2013 15:42:57
Se o Prefeito construir o Hospital Municipal com 650 leitos com a Santa Casa poderá ficar livre para fazer a filantropia sem finalidade lucrativa proposta. Campo Grande merece um complexo hospitalar de porte médio para uma capital de 800 mil habitantes, como todas as especialidades integradas, com os recursos do município sendo investidos prioritariamente no Hospital Municipal, sob gestão pública eficiente e eficaz. As Santas Casas, instituições privadas, "sofrem muito" por ter de atender os pobres, acidentados e necessitados do município (este é o discruso que ouvimos). As Santas Casas deverão se capacitar para o atendimento do SUS com oferta de no mínimo 60% dos leitos existentes, se quiserem manter o convênio com o Município, Estado de MS e Min. da Saúde. Bom mesmo é SUS 100% público
 
Ronaldo de Souza Costa em 02/12/2013 15:06:44
Não tem dinheiro nem para tampar os buracos na rua, imaginem para construir um hospital.
Só rindo desse alcaide....é um comediante às avessas.
Aliás, Campo Grande está abandonada, já perceberam o matagal tomando conta de nossas ruas, avenidas e calçadas? E a sujeira se espalha, sem que ninguém se importe com isso, nem o TJMS, cassando esse arremedo de prefeito.Estamos perdidos !
 
arnobio luiz em 02/12/2013 13:45:55
E... ficar a mercê de alguma "nunca comprovada" máfia em utilização de equipamentos, acessórios e instalações?
Campo Grande como capital deve sim se preocupar em ter outras opções de Hospital de Atendimentos Especializados....
 
Ricardo Piazza em 02/12/2013 13:29:19
O comentário do atual gestor da santa casa é o mesmo que o presidente da coca cola falasse que o surgimento de outra marca de refrigerante não seria viável. Façam me um favor, somente aquele que leva vantagem pode admitir que a criação de novo hospital administrado pelo município não é viável. Todo e qualquer hospital criado seja pelo governo, seja pelo município é totalmente viável, pois a população é que vai ser favorecida, desde que sejam contratados profissionais qualificados e que tenham estrutura para atender a população. Bom seria se nas cidades polos de MS tivessem um hospital de qualidade, seja com verba Municipal ou Estadual, pois nossa Capital esta saturada com pacientes do interior.
 
Francisco Lima em 02/12/2013 12:47:05
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