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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

01/02/2019 14:09

Pinscher que teve pata arrancada por Pit Bull morre em clínica veterinária

Cachorro foi atacado no dia 24 de janeiro e não resistiu ao ferimento

Kerolyn Araújo e Liniker Ribeiro
Cachorro teve parte da pata arrancada após ser atacado por Pitbull. (Foto: Arquivo Pessoal)
Cachorro teve parte da pata arrancada após ser atacado por Pitbull. (Foto: Arquivo Pessoal)

O cachorrinho Kako, da raça Pinscher, que teve uma das patas arrancadas após um ataque de um Pit Bull no 24 de janeiro, no Residencial Betaville, em Campo Grande, não resistiu e morreu ontem (31).

Segundo a dona de Kako, a professora Lucelena Cardoso, de 50 anos, o Pinscher estava internado há oito dias em uma clínica veterinária. Como perdeu muito sangue, ele estava em observação e não chegou a passar por cirurgia.

O caso - O Pinscher foi atacado após colocar uma das patas para fora do portão.“Eu estava sentada na varanda quando escutei meu cachorrinho gritando e vi o momento que ele deu um pulo e caiu convulsionando. Minha filha e meu esposo precisaram fazer massagem nele para reanima-lo”, afirmou a professor.

O ataque foi flagrado por uma câmera de segurança e mostra o momento em que um jovem, com idade aparente de 16, 17 anos, conduz o animal e passa próximo ao portão da casa. O cão que estava no lado de dentro, coloca uma das patas para fora, momento em que o Pit Bull o ataca. A força da mordida chegou a arrancar pedaço da pata de Kako.

Conforme a Lei Municipal 79/05 de 9 de dezembro de 2005, cães de médio e grande porte só podem ser conduzidos por maiores de 16 anos e com força suficiente para controlar os movimentos do animal. O cão também deve usar guia com enforcador.

Ao Campo Grande News, o delegado Marco Antônio Balsanini, titular da Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista), os responsáveis pelo Pitbull que atacou o Pinscher poderá responder por omissão de cautela na guarda de animal. ''Pode pegar pena de 10 dias a 2 meses de prisão ou multa judicial, mas isso fica a critério do juiz que vai julgar o caso", explicou.



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