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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

18/07/2018 14:55

Polícia investiga se guitarra vendida por R$ 150 é a mesma levada de catedral

Músico comprou instrumento e procurou a delegacia desconfiado. Igreja foi invadida na madrugada de terça-feira

Gabriel Neris e Geisy Garnes
Guitarra foi comprada por músico depois de desconfiar da origem do instrumento (Foto: Fernando Antunes)Guitarra foi comprada por músico depois de desconfiar da origem do instrumento (Foto: Fernando Antunes)

A polícia investiga se uma guitarra vendida por R$ 150 é a mesma que foi levada da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Abadia e Santo Antônio na madrugada de terça-feira (17), em Campo Grande.

O instrumento foi oferecido para o músico Samuka Benites, que imediatamente procurou a Derf (Delegacia Especializada de Roubos e Furtos). O músico contou ao delegado Reginaldo Salomão que foi abordado por uma pessoa que aparentava ser usuária de drogas.

Desconfiado por se tratar de um instrumento novo, decidiu comprar. Ele relatou ter pensado que o dono poderia ser alguém que estaria iniciando a carreira, então se colocou no lugar da suposta vítima. Assim que chegou na delegacia, a polícia comparou o instrumento com as características do que foi levado da igreja.

A guitarra é da cor amarela, a mesma que teria sido levada da catedral. A polícia ainda tenta confirmar a informação com os representantes da igreja e também procura o doador da guitarra levada, porém não obteve resposta. O caso está sendo investido pela 1ª Delegacia de Polícia.

A ação ocorreu na madrugada de terça-feira no tempo localizado na esquina da avenida Calógeras com a 15 de Novembro. O padre Odair Costa se deparou com o local destruído ao chegar na igreja por volta das 7h e notar que as portas estavam arrombadas.

Ele acredita que os bandidos estavam em busca de objetos de valor e confundiram o sacrário, onde o Santíssimo Sacramento é guardado, com um cofre.

Na madrugada de hoje também houve invasão em outra igreja católica. Pessoas ainda não identificadas arrombaram o prédio onde funcionada a Comunidade Nossa Senhora da Saúde, na Vila Ipiranga, e reviraram salas e o a igreja.

Os invasores entraram pelo portão da frente e arrombaram portas de quatro salas, onde são ministradas catequeses. O grupo cortou os fios da cerca elétrica para impedir que o alarme disparasse.



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