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Capital

Policial está com medida protetiva contra colegas que a teriam estuprado

O caso é investigado sobre sigilo de informações pela DEAM e pela Corregedoria da Polícia Militar

Por Adriano Fernandes | 17/01/2017 11:16

A Policial Militar de 33 anos, que diz ter sido estuprada por dois colegas de trabalho, durante uma festa de confraternização, na noite de domingo, 11 de dezembro, aos poucos se recupera do trauma e aguarda pelo retorno ao trabalho.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, ela prestou depoimento a polícia e também já possui medidas protetivas contra os dois colegas que a teriam violentado. A Corregedoria da Polícia Militar instaurou um procedimento administrativo para apurar a denúncia.

No entanto, a reportagem não obteve um retorno do órgão. Contudo,a Policia Militar tem um prazo de 40 dias para concluir o procedimento, que pode ser prorrogado por mais 20 dias. O caso também é investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), também sob sigilo de informações.

Recuperação - Em tratamento psicológico desde que foi afastada das funções de agente do Batalhão de Trânsito da Capital, a oficial passará, no próximo dia 28, pela avaliação de uma psicóloga que pode liberá-la para voltar ao cargo.

Procurados pela reportagem, familiares da vítima informaram apenas que, apesar do medo, ela aguarda ansiosa pelo retorno ao trabalho e acredita que os suspeitos serão devidamente punidos. A família também não teve acesso as informações apuradas durante as investigações.

O caso - A policial, que é cabo da Polícia Militar, estava numa festa na casa de um colega que também é da PM. Em determinado momento, ela teria começado a se sentir mal e foi descansar no quarto.

Foi quando ela teria desmaiado e ao acorda já estava no chão de um quarto da casa, totalmente nua. Dois policiais são suspeitos. No dia seguinte, eles ainda a teriam procurado e a obrigado a tomar uma pílula anticoncepcional e ainda foi ameaçada, caso contasse algo sobre o ocorrido.

Com vergonha e medo, a mulher escondeu o crime da própria família, até que na quarta-feira, dia 14 de dezembro, três dias depois do ocorrido ela decidiu procurar a polícia.

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