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Capital

Prefeito quer encontro com ministro para discutir volta às aulas na Capital

Escolas municipais permanecem fechadas pelo menos até 21 de maio e particulares não têm autorização ainda para reabrir

Por Anahi Zurutuza | 11/05/2020 12:51
Prefeito Marquinhos Trad falou sobre reabertura de escolas na live desta segunda-feira (11) (Foto: Reprodução)
Prefeito Marquinhos Trad falou sobre reabertura de escolas na live desta segunda-feira (11) (Foto: Reprodução)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) citou a maratona de reuniões que teve na manhã desta segunda-feira (11) para discutir a situação das escolas, incluindo as particulares, em Campo Grande. O chefe do Executivo municipal disse que, contudo, será impossível tomar uma decisão sobre a retomada das aulas sem orientação do Ministério da Saúde.

“Hoje cedo também conversei com o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), sobre a data limite, de 21 de maio, para o fechamento das escolas, para saber como iríamos fazer. Decidimos que vamos a Brasília e conversaremos com o ministro da saúde, Nelson Teich. Se ele der a contraordem, achar que podemos agir diferente do que o ministro [Luiz Henrique] Mandetta havia orientado, podemos criar um novo calendário com plano de biossegurança [para reabrir]”, afirmou o prefeito em transmissão ao vivo no fim da manhã desta segunda-feira (11).

No dia 23 de abril, a Prefeitura de Campo Grande resolveu antecipar as férias de julho. A reabertura das escolas prevista para 6 de maio foi então adiada para o dia 21.  A medida permite que 107 mil alunos da Rede Municipal de Ensino, entre Educação Infantil e Ensino Fundamental, possam ficar em casa, cumprindo o isolamento social.

Sobre a autorização para as escolas privadas receberem crianças e adolescentes, Marquinhos deixou claro que “nada está decidido ainda”, porque as instituições sequer submeteram para análise da Prefeitura de Campo Grande um planejamento de como seria a volta às aulas presenciais. “O certo é que até agora nem as escolas e nem o sindicato nos apresentou o plano de biossegurança. Sem ele, não vamos sentar para negociar”.

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