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Campo Grande, Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

30/04/2019 18:49

Prefeitura apresenta contraproposta de aumento a professores na 2ª-feira

Após reunião na tarde de hoje no Paço Municipal, equipe de Marquinhos Trad pediu tempo para elaborar resposta a pedida que passa de 20% de reajuste

Humberto Marques
Lucílio Nobre apresentou nesta terça-feira pedido de aumento salarial do magistério de Campo Grande. (Foto: Kísie Ainoã)Lucílio Nobre apresentou nesta terça-feira pedido de aumento salarial do magistério de Campo Grande. (Foto: Kísie Ainoã)

A administração do prefeito Marquinhos Trad (PSD) deve encaminhar na segunda-feira (6) a contraproposta ao pedido de aumento salarial feito pelos professores da rede municipal de Campo Grande. O prazo foi acertado na tarde desta terça-feira (30), durante reunião entre representantes da prefeitura e da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública), no Paço Municipal.

“O prefeito ficou de entregar a proposta por escrito e, fazendo isso, vamos discutir com a diretoria e chamar uma assembleia-geral para chegar a um consenso”, destacou Lucílio Nobre, presidente do sindicato. “Por enquanto está aberto o diálogo e estamos aguardando a proposta por escrito”.

A reunião com Marquinhos e representantes das Secretarias de Planejamento e Finanças e de Educação serviu para a ACP apresentar o seu pedido: aumento de 4,17%, alinhado ao piso nacional do magistério (de R$ 2,4 mil, mas que na Capital chega hoje a R$ 2 mil, aproximadamente), além do pagamento de percentuais atrasados desde 2015, que segundo Lucílio cabiam exclusivamente ao município e, hoje, chegam a 17% –perfazendo a pedida de 21,17%. “Queremos que demonstre como vai ser feito para atender”.

No domingo (28), Marquinhos confirmou ao Campo Grande News a possibilidade de também parcelar o reajuste dos professores neste ano –a exemplo do que ocorreu no ano passado. O impasse está no fato de a prefeitura estar acima do chamado limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal: atualmente, a folha de pessoal consume 52,2% da receita corrente líquida, quando o teto é de 51,3%, o que impede aumentos de gastos com pessoal.

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