A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

18/08/2014 09:00

Prefeitura pede reunião com MPE para esclarecer dúvidas da Quinta Gospel

Aliny Mary Dias

Uma reunião entre a Fundac (Fundação Municipal de Cultura), a Procuradoria Geral do Município e representantes do MPE (Ministério Público Estadual), marcada para a tarde desta segunda-feira (18), será mais um dos capítulos da polêmica instalada em Campo Grande envolvendo a Quinta Gospel.

Participarão do encontro a diretora-presidente da Fundac, Juliana Zorzo e o procurador-geral do município, Fabio Leandro. Conforme Leandro, a reunião foi agendada pela Prefeitura para que a administração municipal tenha algumas dúvidas esclarecidas.

“Como tem muita polêmica, muitos dizem que o município não atende as entidades e nós marcamos essa reunião para saber se há algum ato, pedido ou procedimento que a prefeitura não atendeu”, explica o procurador-geral.

Paga com dinheiro público, a Quinta Gospel é realizada uma vez por mês sempre na mesma semana da chamada Noite da Seresta.

Polêmica - A polêmica teve início depois que o vereador Eduardo Romero (PTdoB) apresentou, na Câmara Municipal, um ofício encaminhado ao presidente da Tenda de Umbanda Pai Joaquim de Angola, Elson Borges dos Santos, que queria apresentação da cantora Rita Ribeiro, artista espírita e que apresenta o projeto “Tecnomacumba”.

Após a “guerra santa” deflagrada na Câmara Municipal, o MPE mandou a Prefeitura de Campo Grande incluir todas as religiões na Quinta Gospel. A promotora de Justiça de Direitos Humanos, Jaceguara Dantas da Silva Passos, afirma que o município não pode “contemplar a tão somente à religião evangélica”.

Provocada após a polêmica, a promotora emitiu uma recomendação em que pede o fim da discriminação nas apresentações culturais da Quinta Gospel. Jaceguara pede que a Prefeitura se abstenha de interpretar a Lei Municipal 5.092/2012, que institui o programa, de contemplar apenas as religiões evangélicas e dê o mesmo espaço, sem discriminar as religiões, a todas as denominações e crenças.



Se vai ter tanta confusão, eu acho que a prefeitura não tinha que fazer nenhum evento religioso, seja da comunidade evangelica, espirita, umbandista, catolica, enfim, não tem que fazer nada de cunho religioso, as igrejas já tem incentivo suficiente e não precisam utilizar mais dinheiro do contribuinte, igreja não paga imposto, tem várias regalias e cada um que cuide do seu rebanho, ou é para todos ou não é para nenhum, o Gilmar e a Juliana poderiam ter um pouquinho de vergonha na cara, eles sabem que o que estão fazendo não é correto.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 18/08/2014 12:15:40
Também nós do Instituto de Cultura Espírita de MS, recebemos ofício da nobre Diretora-Presidente da FUNDAC, no qual nos dá a negativa de não participação no referido evento. Eu, enquanto, Presidente desse ICEMS, quero anotar, que com todo respeito aos nossos queridos irmãos da Umbanda, a referida cantora Rita, não é uma Artista Espírita, pois, a Umbanda não tem como Doutrina, as diretrizes do Espiritismo.
João Batista Paiva - Presidente do ICEMS.
 
João Batista Paiva em 18/08/2014 11:39:04
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions