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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

14/02/2014 09:32

Presos da Máxima causam princípio de rebelião em delegacia no Centro

Graziela Rezende
Delegacia onde ocorreu princípio de rebelião. Foto: Google Street View Delegacia onde ocorreu princípio de rebelião. Foto: Google Street View

Um princípio de rebelião foi liderado por presos da Penitenciária de Segurança Máxima, ontem (13) à noite, na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro, em Campo Grande. Eles foram levados à delegacia para serem autuados, quando aproveitaram a presença de apenas dois investigadores e um delegado, para iniciar o motim. O tumulto só foi contido com a ajuda da Polícia Militar.

Segundo o sindicato da categoria, nove dos 22 detentos são de Sidrolândia, já que a cadeia do município está interditada. Os outros 13 são da Capital, sendo que três chegaram do presídio de Segurança Máxima para serem autuados por novos crimes. Estes últimos instigaram os presos a quebrar um cadeado e fugir da delegacia.

“Eles já estavam nos corredores quando o fato ocorreu. Se não fosse a ajuda da Polícia Militar para barrá-los, teriam conseguido fugir. E os três só não foram recambiados para o presídio porque não tinha veículo de escolta, causando todo esse tumulto”, conta o presidente Alexandre Barbosa.

No mesmo dia, o Sinpol/MS distribuiu sete outdoors pela cidade, falando sobre as suas reais condições de trabalho. “Estamos externando para a população a nossa realidade, para que eles nos apóiem nessa campanha. No sábado (22), teremos uma assembléia para discutir sobre a retirada de presos da delegacia”, conta o presidente.

Atualmente, segundo Barbosa, as delegacias do Estado estão com 701 detentos. “Mais uma vez digo que o nosso trabalho é fazer investigação e não a custódia de presos. O Judiciário está equivocado neste sentido. E a falta de estrutura também está refletindo na perca dos nossos policiais. Neste mês, dois policiais já foram mortos e por isso tamanha a nossa insatisfação”, finaliza o presidente.

“Bate grade” – Titular das duas unidades policiais 24h da cidade, o delegado Fernando Nogueira ressaltou que realmente a confusão foi de autoria de três presos.

“Eles estavam na Depac para terem o agravante do tráfico de drogas e agitaram o movimento, porque disseram que queriam voltar logo para o presídio. Nós solicitamos a escolta, que chegou às 21h30 e por isso eles ficaram agredindo verbalmente os policiais. No entanto, não houve fuga”, comenta o delegado.

Sobre os presos de Sidrolândia, o delegado ressalta que o Poder Judiciário está tomando “providências urgentes” para resolver a questão.

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Mas não se esqueça, Sr. Maxiniliano, que o Brasil é o país das injustiças sociais, e só está preso o pobre, preto e P... (tirando os mensaleiros que foi uma exceção passageira).Suponhamos que um filho ou parente seu, p. ex, se envolvesse com drogas(o que pode acontecer em qualquer classe social) e cometesse um roubo,homicídio, ou mesmo matasse alguém atropelado no trânsito? Será que vc. ainda teria essa mesma postura, apoiando o "olho por olho, dente por dente"?
 
LUIZ CARLOS em 14/02/2014 18:14:27
Como assim? O que os presos da máxima faziam na delegacia? Tinha que ser como é no oriente, roubou, perde a mão, tentou fugir, perde as pernas e assim por diante, só tem v... preso, sei que as familias dos detentos se ofendem, mas são um bando de sem vergonha tambem que são sustentados pelos familiares bandidos mesmo com eles dentro da jaula, vamos trabalhar minha gente, trabalho não mata ninguem não, não me falem do desemprego que pra quem realmente quer trabalhar não falta emprego, só precisa querer.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 14/02/2014 13:03:08
se não há vagas nos presidios deveriam ser soltos o juiz de sidrolandia nega a liberdade provisoria
o mp junto com o tsj deve soltar ja que não tem cadeia
 
ines ramires em 14/02/2014 12:28:15
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