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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

13/11/2015 13:37

Primeiro projeto social de Reinaldo visa dar "autonomia" para 850 famílias

Ricardo Campos Jr. e Leonardo Rocha
Governador e o ex-presidente Fernando Henrique durante a inauguração do projeto (Foto: Fernando Antunes)Governador e o ex-presidente Fernando Henrique durante a inauguração do projeto (Foto: Fernando Antunes)
Projeto tem aulas de dança para crianças carentes (Foto: Fernando Antunes)Projeto tem aulas de dança para crianças carentes (Foto: Fernando Antunes)

O primeiro projeto social com a marca da gestão Reinaldo Azambuja (PSDB) em Mato Grosso do Sul, Rede Solidária, inaugurado nesta sexta-feira (13), tem capacidade para atender 850 famílias. O objetivo é dar a elas autonomia para gerar renda e não depender apenas das bolsas oferecidas pelo governo. O prédio, erguido na Favela Cidade de Deus, no bairro Dom Antônio Barbosa, em Campo Grande, terá investimento de R$ 500 mil.

“As pessoas precisam ser independentes, não sendo escravos de um Governo Federal que as prende pelo estômago. Em momentos de crise, é justamente que se precisa do governo”, afirmou e criticou a vice-governadora Rose Modesto (PSDB).

O programa vai atuar em 7 módulos com 28 projetos, abrangendo as áreas de educação, cultura, esporte, cursos de música, dança, capoeira, além de estrutura de brinquedoteca, biblioteca, cursos de informática, módulos de saúde, com ações de prevenção a hipertensão e diabetes e implantação de hortas orgânicas.

O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), participou da solenidade de inauguração, já que a estrutura leva o nome da falecida esposa do ex-presidente, Ruth Cardoso. Ele pediu que as pessoas aproveitem a oportunidade que o poder público está oferecendo e cresçam econômica e profissionalmente. “Os excluídos são justamente aqueles que precisam ter forças para melhorar as condições de vida. Se abrem caminhões, mas as pessoas precisam caminhar”, disse.

Azambuja ressaltou que o projeto tem atividades voltadas tanto para os pais, como para os filhos. “Está havendo apoio de entidades e instituições do terceiro setor e os moradores da favela, com essas oportunidades de capacitação, podem ascender socialmente”, afirmou.

Projeto tem atividades extra-classe para crianças (Foto: Fernando Antunes)Projeto tem atividades extra-classe para crianças (Foto: Fernando Antunes)


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