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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

22/05/2016 17:46

Procurado por latrocínio, homem que incendiou casa de ex é preso

Fernanda Mathias
Incêndio ocorreu esta manhã; intenção do autor era que sogra estivesse na casa (Foto: Marcos Ermínio)Incêndio ocorreu esta manhã; intenção do autor era que sogra estivesse na casa (Foto: Marcos Ermínio)

Kelvi Pereira de Florentim, 25 anos, foi preso esta tarde por policiais do SIG (Serviços de Investigações Gerais) próximo ao Terminal Bandeirantes, em Campo Grande. Ele estava com prisão decretada desde o dia 05 de maio, por crime latrocínio ocorrido em dezembro de 2014, quando a vítima foi jogada no local conhecido como “Inferninho”.

Kelvi confessou ter ateado fogo na casa da ex-companheira, de 19 anos, no Jardim Itamaracá. O crime ocorreu na manhã deste domingo (22). Foi levado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga e declarou que a intenção era que a sogra, uma mulher de 40 anos, estivesse dentro da casa no momento do incêndio.

Ele a culpa por não conseguir reatar com a ex-companheira, de 19 anos, com quem conviveu por um ano e meio. No momento do incêndio, não havia ninguém em casa e os vizinhos se mobilizaram para combater as chamas com mangueiras. Quando os bombeiros chegaram o fogo já havia cessado. O incêndio destruiu dois cômodos, móveis e o forro da casa, que fica em uma pequena vila.

Segundo o delegado plantonista da Depac Piratininga, Thiago Macedo, a vítima informou que desde sexta-feira vinha sofrendo ameaças. “Fica o alerta para que as vítimas se encorajem, confiem no trabalho da polícia e denunciem antes dos crimes acontecerem, até porque é uma diretriz da Polícia Civil combater a violência doméstica”.

Latrocínio foi em dezembro de 2014; vítima foi empurrada no Inferninho (Foto:Arquivo)Latrocínio foi em dezembro de 2014; vítima foi empurrada no Inferninho (Foto:Arquivo)

Latrocínio – O delegado explica que Kelvi foi preso em flagrante e, além do incêndio, também havia mandado de prisão decretado em 05 de maio. Ele respondia em liberdade por crime de latrocínio ocorrido em dezembro de 2014, mas deixou de manter endereço atualizado e de comparecer às audiências.

No dia 14 de dezembro de 2014, Thiago Marques de Almeida, de 25 anos, foi encontrado morto, caído abaixo da cachoeira do Inferninho. Ele foi empurrado no local e o carro dele, um GM Corsa Classic, roubado.

O veículo foi encontrado dois dias depois no Distrito de São Francisco, região de Rio Negro, com três homens. Na época, seis foram indiciados por envolvimento no crime e receptação do veículo que seria vendido na Bolívia. Kelvi era um dos envolvidos.



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