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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

11/02/2014 13:33

Projeto cria “botão do pânico” para proteger mulher vítima de violência

Lidiane Kober e Kleber Clajus

Aprovado nesta terça-feira (11) por unanimidade na Câmara Municipal, projeto cria “botão do pânico” para proteger mulheres vítimas de violência em Campo Grande. O plano é assegurar a elas um GPS e um áudio para serem acionados assim que os agressores desrespeitarem medida preventiva e se aproximarem das vítimas.

De autoria da vereadora Rose Modesto (PSDB) e batizado de Programa de Proteção à Mulher, o projeto visa reduzir os índices de violência. “Só no início do ano seis mulheres morreram vítima de violência”, comentou a vereadora.

Em 2013, de acordo com dados da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), foram registrados 72 estupros, número 10% menor do que em 2012, quando 80 casos foram constatados. A estatística aumenta para 100% quando se trata de assassinatos de mulheres pelo companheiro. São três casos em 2012 contra seis homicídios no ano seguinte.

De acordo com a vereadora, a Prefeitura de Campo Grande terá 90 dias para regulamentar o projeto. “Minha sugestão é que fique a cargo da Guarda Municipal monitorar o dispositivo do pânico”, acrescentou Rose.

Ela, no entanto, não previu no projeto de onde a prefeitura irá tirar os recursos para bancar a proposta. “O programa já existe em Vitória e nos inspiramos nele”, completou a vereadora.

Pela Lei Maria da Penha, a mulher tem o direito de conseguir medida preventiva para evitar a aproximação dos agressores. A norma, no entanto, não apresenta meios efetivos de afastar de vez os acusados de violência das vítimas.



Isso no livro "Alice no País das Maravilhas" deve funcionar eximiamente bem! Isso é sério? :X
 
Ricardo Boretti em 11/02/2014 22:02:14
* ESSE PROJETO DE LEI JA EXISTIA NO BRASIL , SO OS POLITICOS DE CAMPO GRANDE NÃO SABIAM ....
 
antonio silva em 11/02/2014 17:04:09
bom projeto esse mas uma ressalva da onde vai sair dinheiro para comprar esses gps que não e pouco pelo visto e nem barato.o povo que vai pagar o pato co aumento de impostos.
 
nilton sabino em 11/02/2014 16:38:26
Vereadora,
Ao fazer um projeto e não prever a origem dos recursos, você está só realizando mais uma medida eleitoreira. A Guarda Municipal não possui poder de polícia para realizar este tipo de atendimento, quiçá viaturas e efetivo suficientes para atender toda a cidade, além das missões que já lhes são de direito (preservação do patrimônio público municipal). Além disso, a PM precisaria do dobro de efetivo para que esta medida pudesse ter alguma eficácia. Garanto que mais de 50% das ocorrências atendidas hoje são relacionadas á violência doméstica. Se as mulheres tiverem então um botão do pânico para ser acionado, prepare-se para comprar no mínimo mais cem viaturas só pra nossa capital, fora um concurso para 5000 soldados da PM.
 
Carlos Moraes em 11/02/2014 16:21:08
Muito bom, parabéns pelo novo projeto, as mulheres precisam de mais atenção com relação a este problema!
 
Gleiciane Terra em 11/02/2014 15:52:26
Concordo que a mulher tenha seus direitos resguardados e garantidos, mas para isto, é preciso ter um bom comportamento, decência, e respeito.
Em alguns casos, a própria mulher vai em busca de aventura e de confusão, e quase sempre acaba se dando mal.
Valeu a intenção da vereadora Rose Modesto, em favor da mulher, tomara que o projeto seja regulamentado pela prefeitura, e que a guarda municipal faça a sua parte.

 
VALDIR VILLA NOVA em 11/02/2014 15:40:08
incrível a capacidade dos nossos legisladores de não inovar em nada. “O programa já existe em Vitória e nos inspiramos nele”. Funciona? qual o custo? quem vai pagar?
acredito que se tenha que mudar a lei. a Lei Maria da Penha com certeza evitou um monte de agressões, mas não tem como impedir o homem de se aproximar da mulher e lhe enfiar a mão na cara (sou contra essa atitude0 mas é o que acontece. Gasta-se uma fração de segundo para puxar o gatilho, até alguém chegar onde ela esta a m... já esta feita. Agora se o bastardo souber que se fizer algo contra a mulher irá passar uns 10 anos na cadeia - sem direito a nada - ele leva isso em consideração. Palhaçada é o sujeito enfiar a porrada numa mulher e depois ter direito a visita intima no xadrez.
 
Alex André de Souza em 11/02/2014 15:28:47
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