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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

29/02/2012 10:04

Saúde investiga morte de jovem que tinha sintomas de gripe suína e dengue

Paula Vitorino

Informações iniciais são de que paciente veio de Ponta Porã com quadro grave de pneumonia e parada respiratória

A Secretaria de Saúde de Campo Grande investiga a morte de um jovem nesta madrugada com suspeita de H1N1, chamada popularmente de gripe suína, ou dengue. Elder Chaparo, com idade aproximada de 24 anos, foi internado em estado grave por volta das 17h de ontem no Hospital Regional e morreu horas depois.

Equipe da Sesau coletou ontem material para realização de exame que indique o agente causador da morte, o que poderá confirmar ou não as suspeitas de gripe suína e dengue.

A chefe do Serviço de Imunização da Sesau, Erci Hirota, informou que os resultados dos exames demoram cerca de 15 dias para serem divulgados.

O HR também pediu a necropsia do corpo de Elder e aguarda a autorização da família para realizar o procedimento. As informações iniciais são de que o rapaz veio de Ponta Porã com a mãe há cerca de 5 dias, mas deu entrada no hospital sem nenhum acompanhante.

O jovem foi atendido em uma unidade de saúde e levado em estado grave pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) até o HR. De acordo com o hospital, o rapaz deu entrada na emergência já entubado, com quadro de insuficiência respiratória e grave pneumonia.

Elder foi submetido a exames, como raio-x e hemograma, que indicaram pneumonia infecciosa extensa, ocupando os dois pulmões.

A reportagem apurou que o paciente recebeu medicação tanto para combater quadro de dengue quanto de gripe H1N1, devido as suspeitas por conta do estado clínico, e, por medidas de segurança, foi isolado e os funcionários do setor utilizaram máscaras.

O diretor técnico do hospital, Alexandre Frizzo, explica que os procedimentos de segurança e os exames são fundamentais em casos de dúvidas sobre a causa da morte do paciente.

Ele ressalta que até o momento só existem especulações sobre as causas da morte e não confirma as suspeitas de dengue ou H1N1, pontuando que só após analisar os resultados dos exames e avaliar o histórico clínico do paciente é que será possível diagnosticar a causa da morte.

“Não sabemos o que pode ter causado uma pneumonia tão grave assim. O fato de não termos o histórico clínico fornecido tanto por familiares quanto pelos médicos dificulta ainda mais uma suspeita mais precisa”, explica.



Ainda não é em Campo Grande, mas QUE VERGONHA!!!, moramos na capital de Mato Grosso do Sul e a prefeitura faz vistas grossas a quantidade de terrenos baldios e muitos deles pertencentes a própria prefeitura, que viraram matagais e depósitos de lixo ao ar livre, verdadeiros focos de dengue e outras doenças. Será que só andam pelos bairros nobres os nossos políticos? Vão a periferia só pedir votos.
 
José Edson em 29/02/2012 08:37:07
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