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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/09/2015 17:02

Secretário diz que até novembro prioridade de Bernal é ajustar finanças

Flávio Paes
Paulo Pedra afirmou que já se sabe que até o início de 2016 não será possível pagar o funcionalismo até o dia 1º. (Foto: Arquivo)Paulo Pedra afirmou que já se sabe que até o início de 2016 não será possível pagar o funcionalismo até o dia 1º. (Foto: Arquivo)

Ainda sem ter uma radiografia completa da situação financeira da Prefeitura, a prioridade do prefeito Alcides Bernal (PP) até novembro, será cortar gastos, renegociar com fornecedores um passivo de R$ 60 milhões. Além da folha pagamento, a prioridade é manter os serviços essenciais (saúde, educação, manutenção da cidade). Vencida esta etapa é que se buscar saídas para retomar de 60 obras que estão paradas, nas áreas de saúde, educação e infraestrutura. 

Segundo o secretário de Governo, Paulo Pedra, antecipadamente já se sabe que até o início de 2016 não será possível pagar o funcionalismo até o dia 1º, tradição de 16 anos quebrada em maio, quando o salário referente a abril foi pago no dia 5º dia útil. Em junho foi adotado o escalonamento.

Por enquanto a alternativa é manter o esquema de escalonamento já adotado em relação aos salários de agosto que neste mês começou pelo pagamento linear linear de até R$ 2 mil por servidores, independente da faixa salarial. Só no próximo dia 20 será quitada a folha de pagamento de R$ 97 milhões.

Além da impossibilidade de por os salários em dia, a equipe econômica do atual prefeito já admite ser praticamente impossível pagar o 13º com a projeção de receita até dezembro. “Vamos ter dificuldades”, admite o secretário Paulo Pedra, que prefere não adiantar que tipo de medidas estão sendo estudadas para atender este compromisso com o funcionário dentro do prazo legal, que é de 20 dezembro.

A venda da folha pagamento para a Caixa Econômica Federal,ideia ventilada pela gestão anterior, esbarra numa cláusula do contrato firmado com o HSBC (hoje responsável) que até 2019 é detentor da “folha”. Em caso de rompimento, a Prefeitura teria de pagar uma multa rescisória de R$ 35 milhões.

 

 



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