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Capital

Seis meses após ser destruído por incêndio, Atacadão reabre as portas

Atacadista na Avenida Duque de Caxias foi destruído por incêndio em setembro de 2020

Por Ana Paula Chuva | 31/03/2021 12:31
Faixa em frente ao atacadista indicando a reabertura. (Foto: Henrique Kawaminami)
Faixa em frente ao atacadista indicando a reabertura. (Foto: Henrique Kawaminami)

Atacadão localizado na Avenida Duque de Caxias, reabriu as portas nesta quarta-feira (31), pouco mais de seis meses após o incêndio que destruiu a loja na região oeste de Campo Grande.

Na semana passada, um pedido à Prefeitura de Campo Grande para voltar a operar foi publicado no Diogrande (Diário Oficial do Município), no entanto não havia data para a reinauguração da loja.

Hoje, a a faixa com a frase “Já estamos funcionando” pendurada em uma das grades chamou a atenção. O estacionamento já estava lotado de carros e motos logo cedo e na porta da loja, de longe era possível ver a fila de clientes esperando para entrar no atacadista que há pouco tempo estava destruído.

A reportagem do Campo Grande News pediu autorização para entrar no local, mas até o momento da publicação não houve resposta.

Clientes aguardando para entrar no Atacadão nesta manhã. (Foto: Henrique Kawaminami)
Clientes aguardando para entrar no Atacadão nesta manhã. (Foto: Henrique Kawaminami)

Incêndio - O incêndio, que destruiu o Atacadão no dia 13 de setembro de 2020, foi um dia histórico em Campo Grande. O fogo começou por volta das 17h daquele domingo e em poucos minutos, as labaredas podiam ser vistas há quilômetros de distância de onde o supermercado fica localizado, próximo ao Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Incêndio consumiu todo o interior da loja e parte da estrutura. (Foto: Marcos Mauf | Arquivo)
Incêndio consumiu todo o interior da loja e parte da estrutura. (Foto: Marcos Mauf | Arquivo)

Cerca de 400 mil litros de água foram usados para combater o fogo. Além do Corpo de Bombeiros, caminhões Infraero e militares prestaram apoio para apagar as chamas. Não sobrou nada e chegou a haver risco de desabamento no local.

A investigação das causas do incêndio está travada porque há falta de imagens do momento que o fogo começou no Atacadão. O corredor onde fica a prateleira com produtos inflamáveis onde o fogo começou está em ponto cego no sistema interno de câmeras de segurança.

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