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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

18/10/2017 10:07

Sem-terra fecham rua e geram reclamação de quem passava no local

Protesto começou na sede do Incra, em Campo Grande, com pelo menos 500 manifestantes

Mayara Bueno e Mirian Machado
Manifestantes na avenida Mato Grosso com a rua 25 de Dezembro. (Foto: Mirian Machado).Manifestantes na avenida Mato Grosso com a rua 25 de Dezembro. (Foto: Mirian Machado).

Pelo menos 500 integrantes do movimento sem-terra estão na frente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), em Campo Grande, nesta quarta-feira (18. Eles chegaram a bloquear o trecho entre a rua 25 de dezembro, onde fica o instituto, com a avenida Mato Grosso.

Em um dos momentos da manifestação, os sem-terra bloquearam a passagem de veículos entra 25 de dezembro e Mato Grosso. Os ânimos ficaram um pouco exaltados, já que motoristas não conseguiam passar pelas vias, se irritando com a situação. O trânsito já foi liberado

Conforme o coordenador estadual do MST (Movimento Sem Terra) em Mato Grosso do Sul, Ronildo Lopes de Lima, a manifestação faz parte de uma mobilização nacional. O dirigente estima "mais de 500" pessoas até agora no protesto, que começou por volta das 6h30.

Os manifestantes questionam a redução de investimentos previstos para reforma agrária em 2018 e pedem o cumprimento de uma série de projetos. De acordo com Ronildo, houve redução de R$ 630 milhões para R$ 750 mil.

Eles pedem, ainda, que o governo federal destine R$ 800 milhões para obtenção de terra; para infraestrutura, R$ 265 milhões e que na habitação, se cumpra o pagamento de projetos contratados e aprovados, que equivalem a R$ 1,4 bilhão.

Também consta na pauta o pedido de reconhecimento e indenização de terras quilombolas. Neste caso, o MST cita a necessidade de R$ 59 milhões.



Queria ter gravado um audio de um safado desses que estava no Supermercado Extra fazendo uma compra e conversando com um "companheiro" na fila, disse exatamente essas palavras, "Se a gente não conseguir algo nessa manifestação nossa mamata vai acabar". Mostra que a vergonha na cara e pudor não existe mais, conversa abertamente como se fosse algo tão trivial. Me sinto enojado e com vergonha de ser um brasileiro.
 
Fabio em 18/10/2017 20:18:40
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