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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

09/10/2016 20:51

Servidoras da Sedhast participam de campanha de Papanicolau e mamografia

Nyelder Rodrigues

Servidoras públicos da Sedhast (Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) participam na quinta-feira (13) de uma ação de prevenção ao câncer, do Outubro Rosa.

A carreta do Hospital de Câncer de Barretos, referência no tratamento da doença no Brasil, estará no prédio da secretaria, no Parque dos Poderes, em Campo Grande, realizando exames gratuitos de Papanicolau e mamografia.

Os exames devem ser feitos em todas as servidoras pré-inscritas e que, a pedido da secretária Elisa Cleia Nobre, devem comparecer vestidas de rosa, para reforçar o Outubro Rosa. Além disso, na sexta-feira (7) foram distribuídos aos servidores da pasta laços rosas, principal símbolo da campanha.

"Fazendo exames de rotina descobri que tinha câncer de mama. Com o diagnóstico em mãos comecei os tratamentos, passei por duas cirurgias, radioterapia e até hoje prossigo tomando medicamentos", revela a secretária, ao explicar um dos motivos que a motiva a participar ativamente da campanha.

"Com base no que vivi, aconselho a todas as mulheres a se cuidarem, conhecerem seu corpo e terem o hábito de fazerem os exames periódicos, o diagnóstico precoce aumenta a chance de cura", frisa Elisa, diagnosticada em 2012 em exame de rotina.

Pesquisa - Conforme dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), divulgados semana passada, em 66,2% dos casos de câncer de mama, é a própria mulher quem detecta os primeiros sinais da doença.

O estudo foi feito pelo Núcleo de Pesquisa Epidemiológica da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, que entrevistou 405 mulheres que procuraram atendimento devido a câncer de mama pela primeira vez entre junho de 2013 e outubro de 2014.

Os principais sinais notados por essas mulheres foram a presença de um caroço, citado por 89,6% das mulheres, dor na mama (20,9%), alterações na pele da mama (7,1%), alterações no mamilo (2,6%), saída de secreção do mamilo (5,6%) e alteração no formato da mama (3,7%).

Em 30,1% dos casos, a doença foi identificada por uma mamografia ou outro exame de imagem e, em 3,7% dos casos, um profissional de saúde detectou a suspeita. Em 2016, Brasil deve ter 57.960 novos casos, segundo a estimativa.



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