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Capital

Sesau instalará armadilhas contra o Aedes Aegypti nas 7 regiões da cidade

Intenção é monitorar aumento da proliferação do mosquito e combater com ações de prevenção

Por Liniker Ribeiro | 11/01/2020 15:14
Armadilha doada para Campo Grande e que será usada em ação de combate ao Aedes Aegypti (Foto: Divulgação)
Armadilha doada para Campo Grande e que será usada em ação de combate ao Aedes Aegypti (Foto: Divulgação)

Armadilhas contra o mosquito Aedes Aegypti começaram a ser instaladas em diferentes pontos de Campo Grande e, de acordo com a prefeitura, até o fim do semestre as sete regiões da cidade serão cobertas por um equipamento especial capaz de medir a presença do mosquito nos bairros. A intenção é saber se, no período de uma semana, houve aumento ou não na infestação do mosquito transmissor de doenças como a dengue.

Além de fazer a avaliação, a intenção da ação é auxiliar nas atividades de controle do Aedes Aegypti. Chamadas de ovitrampas, as armadilhas já foram instaladas em bairros das regiões Imbirussú e Lagoa e, recentemente, este trabalho foi iniciado na região do Anhanduizinho.

Aproximadamente 970 armadilhas e três aspiradores para a captura de mosquito foram doados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro (RJ) para serem utilizados neste trabalho.

De acordo com a CCEV (Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais), da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), os equipamentos são colocadas em imóveis pré-definidos, com o consentimento do proprietário, onde permanecem por um período inicial de sete dias, sendo posteriormente recolhidas e levadas ao laboratório da coordenadoria para a checagem e contagem de ovos, o que vai revelar a proporção na incidência do vetor.

As ovitrampas simulam o ambiente perfeito para a procriação do Aedes aegypti: um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito.

“Nele, é inserido uma palheta de madeira, que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos. Dentro do recipiente, é colocada uma substância larvicida. Dessa forma, conseguimos observar de maneira mais rápida e eficiente a quantidade de mosquitos naquela região e aceleram as ações de combate, sem que o inseto se desenvolva”, explica o assessor-técnico da Coordenadoria de Vetores, Lourival Araújo.

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